Sex, 18 de Maio de 2012
Entrevista com os finalistas do YCC PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gabriel Tavares ~ Stinger_Kildred~; Edição: Bruno Figueiredo   
Dom, 17 de Julho de 2011 13:06


 


Criado em 2007, o Yamato Cosplay Cup vem se firmando como a maior competição individual de cosplayers do Brasil. Em sua quinta edição, o evento conta com 15 finalistas de diferentes regiões do país. Após vários meses de eliminatórias, a grande final aconteceu nos dias 15 e 16 de julho de 2011 no Anime Friends. O vencedor do concurso será o responsável por representar o Brasil na edição de 2012 do Yamato Cosplay World.
 

Ordem de Apresentação:

1º Iainá Estrela

2º Anderson Olanda

3º Marina Gottardi

4º Felipe Magalhães

5º Cláudia Lima de Mota

6º Pedro Hoffman

7º Igor Müller

8º Eduardo de Moraes

9º Gláucia Palhares

10º Vivian Ribeiro

11º Fellipe Barroso

12º Sidney Eley

13º Leandro Martins

14º Marcos Teixeira

15º Loren Louro


A Rádio AniMiX conversou com os 15 finalistas e traz um breve perfil de cada um dos candidatos ao título, que no ano de 2010 ficou com Marcos Teixeira. Confira:

PS: No momento em que a matéria foi publicada, os cosplayers Pedro Hoffman, Vivian Ribeiro e Marina Gottardi ainda não haviam respondido a entrevista, portanto fiquem atentos para possíveis atualizações.

 

01. Primeiramente gostaríamos de agradecer a sua participação nessa entrevista, e pedimos para que se apresente para nossos leitores.

Igor Müller: Igor Müller Viegas dos Santos, 23 anos, formado em direito, possuo como hobbies cosplay e atualmente LoL, tentando substituir pelo prazer de estudar. 

Cláudia Lima: Sou Cláudia Lima, de Brasília, sou uma jovem vovó e meu nick é Tia Athena, que ganhei carinhosamente da thurminha de Brasília!

Felipe Magalhães: Olá Cara! Antes de mais nada agradeço a oportunidade de poder fazer parte deste trabalho incrivel que voces proporcionam pro publico que curte animação japonesa e derivados!

Vamos pro Fight então =p

Meu nome é Felipe Magalhães Novo de Oliveira(vulgo Pipo), tenho 25 anos, sou funcionário de uma loja de games, curso nível superior em tecnologia de análise e desenvolvimento de sistemas.

Sou um cara super pra cima que estou brincando a maior parte do tempo.

Amo jogar o "futebol do cosplay" nos fins de semana na praça, sair com os amigos e meu sonho é encontrar a minha "linda musa do oriente" - vide mulher fictícia que eu sonho =p

HAuHAuAhuAhuahuahUAhUahUahUAhUAhUAhUAhUAhUahUAhUAhAuhAuHAuAhUAh

Depois dessa resposta esqueci de dizer que tenho um parafuso a menos =p

Estou honrada com o convite! Eu é que agradeço o carinho de vocês da Radio AniMIX e Revista Neo Tokyo. ^_^



Gláucia Palhares: Saudações galera! Meu nome é Gláucia Palhares, mas meu nickname mais conhecido é Saiyan Jade. Sou mineira, moro em Belo Horizonte, tenho 34 anos e sou formada em pedagogia. Espero que gostem deste nosso “bate-papo”.

 

Anderson Olanda: Meu nome é Anderson Holanda Dantas, mas sou conhecido como “Andih”, sou de Manaus-AM, tenho 19 anos ;D

Faço faculdade de Ciência da Computação, quarto período e já trabalho na área!

 

Leandro Martins: Oi eu sou Goku! Brincadeirinha. Sou Leandro Martins mais conhecido como Leon. Conhecido pelos personagens de vídeo game e anime na maioria vilões ou personagens aleatorios que ninguém nunca pensou em fazer cosplay.

 

Sidney Eley: Olá. Meu nome é Sidney Eley, apelido, a um tempo foi Sidney Itachi, mas atualmente é somente Sidney Eley mesmo (graças a deus) =x, tenho 24 anos sou professor bolsista da federal, e trabalho na coordenação do meu curso também, estou fazendo uma segunda graduação (Pedagogia), moro em João Pessoa na Paraíba, sou o primeiro representante do meu estado, e estou com um grande peso nas costas, huhauhauuhauahua. A e sim, eu estou namorando no dia da final vai ter feito um pouco mais que 8 meses.

 

Marcos Teixeira: Olá amigos da Rádio AniMix! Meu nome é Marcos Teixeira, conhecido como Bardo no meio cosplay. Tenho 23 anos e sou ator.

 

Loren Louro: Eu que agradeço o convite!

Eu sou a Loren, mas sou conhecida como Lola! Tenho 23 anos, sou atriz porem me formei em turismo.

 

Eduardo Moraes: Olá pessoal meu nome é Eduardo de moraes alves, tenho 22 anos e sou de São Paulo capital.

 

Iainá Estrela: Me chamo Iaina Estrela, me chamam de Iái, Ína, Iá, Iáiá, uns desistem e chamam só de Estrela (não é enfeite, é meu nome mesmo). Sou de Savador-BA e trabalho com design e ilustração.

 

Fellipe Barroso: Meu nome é Fellipe, tenho 28 anos e resido no Rio de Janeiro (RJ).

 

02. Como você conheceu e se envolveu no mundo cosplay? Há quanto tempo faz cosplay?

 

Igor Müller: Faço cosplay a uns 6~7 anos. Comecei depois de um tempo após a popularização de eventos de anime aqui em Campo Grande, realizada pelo grupo GAM. Daí, após ser apresentado ao mundo do mangá e derivados, achei interessante o ato do cosplay. Em um dos eventos realizados pelo grupo GAM, que atualmente realiza o evento Animegam, me vesti de o corvo. Melhor dizendo... tentei me vestir de o corvo. 


Cláudia Lima: Fui acompanhar meus filhos em um evento, me apaixonei pelo mundo Otaku e me tornei cosplay, isso aconteceu em 2004!

Felipe Magalhães: Meu primeiro contato foi no Anime Family 2006, no qual eu fui acompanhar meu irmão mais novo. Eu sabia o que era cosplay e tudo mais, mas não simpatizava, achava que era perda de tempo. Até que fui vendo o trabalho dos cosplayers e achei muito bacana, até que eu vi um dos meus ídolos e atual amiga, Thais Jussim (Yuki), com o cosplay do meu personagem favorito, o Sesshoumaru,.eu simplesmente fiquei boqueaberto e admirado com tamanho capricho.

Depois de uns incidentes decidi tentar fazer um também. Demorei MUITO, 2 anos pra ser mais exato, porque não tinha conhecimento de nada, mas saiu ^^ e daí em diante continuei fazendo cosplay e aderi ao hobbie ^^

Eu sou novinho, mal tirei as fraldas ^^, faço cosplay há apenas 3 anos.
 

Gláucia Palhares: Meu carinho por animes começou em meados de 1999, graças a Dragon Ball Z que assistia toda noite, depois da faculdade, na TV por assinatura. A partir daí fiquei muito fã e comecei a colecionar revistas (como a Neo Tokyo) para saber mais sobre o assunto. Foi assim que tive contato pela primeira vez com a palavra COSPLAY. Identifiquei-me muito com as reportagens e entrevistas. De certa forma eu já era uma cosplayer enrustida, pois sempre tive a mania de incorporar ao meu figurino diário roupas ou acessórios parecidos com dos meus personagens favoritos (só não sabia que isso chamava cosplay e que haviam concursos cheios de pessoas com a mesma mania de querer se parecer com um personagem de desenho). Mas foi em 2002 que procurei uma costureira, com um mangá de Samurai X na mão, e pedi para fazer uma roupa igual a da Misao Makimachi. Na época morava no interior de Minas, e não tinha eventos de anime (nem no interior nem na capital) para usar meu primeiro cosplay. Fiz a roupa só pelo prazer de ter a roupa (consegui também todos os acessórios, inclusive um aplique de cabelo para fazer a trança da Misao).  Em 2004 que surgiu o 1° Anime Festival e pude finalmente estrear o meu cosplay.

 

Anderson Olanda: Acho que foi em 2007, eu não era fanático por anime e muito menos fazia cosplay. Um primo meu que era super fã, chegou a me dizer que ia rolar uma convenção/evento de anime aqui na cidade e então ele me chamou pra ir junto. Aos poucos fui conhecendo gente que fazia coslpay, um deles foi ate um dos finalistas do YCC 2007, o Daniel Felipe, que hoje em dia é um dos meus grandes amigos tanto no mundo cosplay quanto fora dele. E foi a partir da convivência com ele que eu comecei a fazer cosplay e ter interesse em competir nos concursos.

 

Leandro Martins: Por meio de uma amiga que já frequentava esses eventos e acabava de estrear um cosplay, achei algo interessante e incrível, faz exatamente 6 anos que frequento feiras de anime, e nesse AF completam-se 5 anos de cosplay.

 

Sidney Eley: Eu já conhecia, desde eventos que eu vou, primeiro na minha cidade só tinha encontros de rpg, 2001-2003, depois em 2004 veio o primeiro que foi o Matsuri, mas o primeiro lugar que eu vi muitos cosplayers foi em 2006 no falecido SuperHeroCon hoje SuperCon, achava um gasto grande para uma premiação simples, R$ 300 para ganhar um mangá, era totalmente fora do meu orçamento, mas em 2008 surgiu a oportunidade de fazer meu primeiro cosplay por que apesar de que eu sempre trabalhei, finalmente estava ganhando mais que R$ 100 por mês (é sério isso), me viciei e nunca mais larguei o palco. É ótimo ser aplaudido por mais de 20s, me sinto renovado na semana seguinte.

 

Marcos Teixeira: Perdi a conta, mas acredito que a uns 6 anos mais ou menos. Comecei a fazer cosplay por causa do RPG, eu jogava, freuquentava os eventos e achava o máximo as pessoas vestidas como os seus personagens, então resolvi fazer o meu, o Bardo.

 

Loren Louro: Eu conheci o mundo cosplay por intermédio de uma colega de escola, o primeiro evento que eu fui me encantou de tal maneira que eu nunca mais deixei de ir ou fazer cosplay, isso aconteceu por volta de 1999.

 

Eduardo Moraes: Eu acabei conhecendo o cosplay indo a eventos, e pesquisando na internet, e meu primeiro cosplay já tem uns 6 anos.

 

Iainá Estrela: Quando soube que iria ter um evento de quadrinhos e anime em Salvador fui pesquisar que tipo de evento era esse, foi nessa pesquisa que vi fotos de eventos de outros estados e países e descobri a prática do cosplay. Amei a idéia, tinha insanidade mental o suficiente para andar na rua vestida de personagens de desenho animado, tinha uma costureira de riu demais do que eu pedi para ela pra fazer mas acabou fazendo, e tinha amigos piores do que eu, então foi tudo muito divertido, e só deu vontade de produzir mais. Isso já faz 7 anos.

 

Fellipe Barroso: Eu conheço cosplay desde meados da década de 1990. A febre de “Cavaleiros do Zodíaco” trouxe ao Brasil uma série de publicações especializadas em animes e todos os entretenimentos paralelos a esta paixão. Entre eles, estava o cosplay. O curioso é que as matérias sempre mostravam feiras (Eventos) no exterior. Eram raras as aparições do cosplay nacional.

 

03. Quantos cosplays já fez até hoje ? Qual foi o que mais gostou?

 

Igor Müller:  O corvo - O corvo

Kamui - X /1999 

Kimimaru - naruto 

Aoshi Shinomori - Rurouni Kenshin 

Hidan - Naruto 

Raito - Death Note

Father Anderson - Hellsing                                     

Greed - Full Metal Alchemist

Pyramid Head -  Silent hill, trocar as falas, jogar , mexer com as frases o som, en

Joker - Batman The Dark knight

Darkman - Darkman Vingança sem rosto

Jason Vorhees - Sexta Feira 13

Scorpion - Mortal Kombat 

Chapeleiro Maluco - Alice no país das maravilhas 

Oogie Boogie - O estranho mundo de Jack

Beetle Juice - Os fantasmas se divertem


Embora eu goste muito do chapeleiro maluco, o Pyramid Head, é o meu favorito. O trabalho de modelar a pirâmide, modelar o corpo em látex, apanhar na aplicação.. E poxa, é um personagem icônico do mundo de silent hill, com um facão de 1,80m, e contra um argumento de 1,80m não há o que ser dito.

Cláudia Lima: Desde 2005 faço cosplay, já fiz 10. Tenho  carinho por todos é difícil escolher um, cada um me trouxe coisas novas. Athena, foi o primeiro, daí o meu nick! Naraku, me deu uma vaga pro YCC de 2007! Ryuku, me deu muitas histórias pra contar! Worms, esta me levando pro YCC de 2011. Não tem como escolher!

Felipe Magalhães: Não tenho muitos, faço 1 ou 2 por ano.

Tenho só 3, mas ja usei uns de minha prima, da minha ex-namorada e de uma amiga!

Os meus mesmos são o Sesshoumaru, o Sephiroth e o Ulquiorra Schiffer de Bleach.

Meu preferido é o Sesshoumaru por todo o esforço que eu passei pra conseguir terminá-lo e por tudo que eu passei no geral com aquele cosplay. Além de ser o primeiro!

 

Gláucia Palhares: Nossa! É difícil contabilizar! (peraí que vou contá-los no meu armário ^^)Atualmente são 53 cosplays completos, 14 “cospobres”, 7 incompletos, e 3 projetos que pretendo começar e finalizar ainda esse ano. (caramba! Tem 74 cosplays no meu armário 0.o’). Acredito que só tem um que não curti muito (Chise de Saikano, usei no YCC de 2007) Porque foi uma personagem que escolheram pra mim; ela não saiu do meu coração. Todos os outros eu adoro de paixão.

 

Anderson Olanda: Já fiz 11 cosplays, já incluindo o cosplay que vou usar na final do YCC esse ano. Sinceramente, juntando tanto o cosplay quanto o cenário da apresentação, o cosplay que eu mais gastei foi o do Capitão Gancho de Peter Pan, que eu usei na final do YCC 2010. Gastei mais nele justamente porque eu não tinha nada, porque geralmente eu sempre tenho algum acessório, tecido, bota, ou parte da roupa pra algum cosplay antes mesmo de fazê-lo.

 

Leandro Martins: Com o cosplay que estrearei na final do YCC Brazil totalizam-se 35. Meu favorito foi com o qual iniciei, Leon Scott kennedy da serie Resident Evil 4, eis de onde surgiu o nick de "Leon".

 

Sidney Eley: O meu preferido é o que eu vou usar na final do YCC, atualmente foram tipo 2 anos e 4 meses de projeto, fazendo novamente e novamente, não vou falar muita coisa porque quero que assistam minha apresentação, quero fazer a velha guarda relembrar sua infância.

Meus cosplays que já foram usados.

Itachi (Naruto) - 2008
Vivi (Final Fantasy 9) - 2009
Alucard (Castlevania SotN) - 2010
Edward Elric (FMA: BH) - 2011
O que vou usar na final do YCC (2011)

 

Marcos Teixeira: Cerca de 26 cosplays, que eu me lembre. Alguns deles, “Cospobres”. Gosto de vários, mas acredito que o que eu mais goste seja o de Bardo mesmo. 

 

Loren Louro: Nossa eu fiz muitos são mais de 70! Mas o que eu mais gosto é a jeannie da seria jeannie é um gênio! Cosplay que eu fiz para minha mãe.

 

Eduardo Moraes: Eu já fiz uns 9 personagens mais o que eu mais gosto é o rikimaru do game tenchu.

 

Iainá Estrela: Já fiz 14 cosplays, fora os que fiz para os amigos. Eu tenho um carinho especial pela Astaroshe de Trinity Blood pelo cuidado que tive com os os bordados e o tempo que eu levei com cada detalhe para ficar do jeito que eu queria, mas usar o Beetlejuice é outra energia, fazer caras e bocas e passar pelos corredores escutando o pessoal falar "besouro suco" três vezes não tem preço.

 

Fellipe Barroso: Comigo é fácil, pois eu só faço um cosplay por ano! Foram 5 (cinco), e é muito difícil escolher um favorito, já que cada um deles me proporcionou experiências novas e interessantes.

 

04. Qual a etapa mais delicada, montar o cosplay ou bolar a apresentação? E a mais divertida?

 

Igor Müller: Montar o cosplay. Pricipalmente a pintura, pois um erro em um detalhezinho pode acabar com horas de trabalho árduo. O momento mais divertido  é o de bolar a apresentação, escolher as frases certas, fazer a mixagem sonora.

Cláudia Lima: A mais delicada é montar o cosplay, pensar em cada detalhe! Mais divertido sem dúvida é montar a apresentação, é muito louco entrar na pele do personagem!

Felipe Magalhães: Já começamos com uma pergunta interessante!

Acho que tudo em si é importante.

Geralmente eu quando estou pra montar um cosplay já penso simultaneamente no que vou fazer em cima do palco.

Eu procuro cosplays que reflitam um pouco de mim (POR INCRÍVEL QUE PAREÇA). Eu dou preferência a categoria livre pois me permite criar mais! O tradicional basta você seguir um roteiro "pré escrito" e complementar com seus toques pessoais.

Eu me divirto mais montando o cosplay e quebrando a cabeça pra poder fazer minhas coisas =D

 

Gláucia Palhares: (Risos) Costumo dizer que a parte mais difícil de um cosplay é lavá-lo depois de usar! A mais divertida, sem duvida é apresentar, principalmente se a apresentação é “livre”. Montar o cosplay é pura diversão e bolar a apresentação é mera conseqüência.

 

Anderson Olanda: Pra mim a mais delicada é a apresentação! A maioria dos cosplayers que eu conheço, fazem de tudo pro cosplay ficar perfeito, gastam horrores e tudo mais. Mas quando vão apresentar, sai uma coisa tão simples ou algo feito só pro fazer mesmo. Já me apresentei em concurso aqui na minha cidade que tinha 2 ou 3 cosplays top de linha, armaduras, vários detalhes na roupa, armas super bem trabalhadas... E eu lá, com um cosplay simples, mas relativamente bom fiz uma apresentação bem criativa e ganhei de todos eles rsrs

Então eu acho que a parte mais delicada é a apresentação mesmo, se você faz uma boa apresentação, sua chance de ganhar aumenta bastante.

E é mais divertido também, porque minha apresentação eu nunca bolo sozinho, sempre junto com os amigos.

Leandro Martins: A parte mais delicada é a apresentação, pois alem de estar caracterizado você tem de ser o personagem no palco , confesso tenho certo receio do tradicional devido a isso, me apresento mais na categoria Livre. Já a parte de execução a qual você torna um desenho ou game realidade é incrível , desde a escolha dos materiais até a confecção do mesmo. Cada passo é mais divertido que o outro e a ansiedade de ver tudo pronto... é o melhor! 

 

Sidney Eley: A mais divertida é se apresentar sem dúvida dxD, porém a mais delicada é a apresentação, pois é difícil inovar depois de tanta coisa que já aconteceu, é como na música, é difícil aparecer algo novo, e sempre que aparece você fica pensando, e agora? hUIOEHUHOHOEAEHEUHAUEHEUOAIEUEU, eu penso primeiro na apresentação antes de pensar no cosplay, depois vejo se é possível adaptar para o personagem que eu quero, eu amo o palco.

 

Marcos Teixeira: As duas são delicadas, se você vacilar tanto na hora de montar o cosplay ou na hora da apresentação, já era! Agora, sem dúvidas bolar a apresentação é mais divertido.

 

Loren Louro: Eu acho que as duas etapas são fundamentais, mas depende muito do que você pretende montar! A parte mais divertida com certeza é a confecção das roupas e acessórios!

 

Eduardo Moraes: A parte mais delicada é montar a apresentação, fazer o audio o roteiro e tudo mais, e a mais divertida acho que é a propria apresentação, porque nesta hora você tem em mente que fez tudo o que podia fazer e este é o momento de entrar no personagem e mandar ver!

 

Iainá Estrela: Delicada é montar o cosplay, proporção sempre me dá dor de cabeça, fazer a peça muito grande ou muito pequena deixa o visual estranho e muitas vezes você só repara depois que terminou de fazer, aí tem que fazer tudo de novo. Pra mim montar também é a parte mais divertida, tanto que eu faço um monte de coisa pra um monte de gente e não cobro nada, só pelo prazer de fazer, saber se vai dar certo, ou descobrir como utilizar uma material diferente, mas na verdade é um pacote, se não houvesse a apresentação ou o evento para mostrar seu trabalho não haveria motivação para a construção. Por gostar tanto de por a mão na massa eu não entendo as pessoas que compram cosplay pronto.

 

Fellipe Barroso: As duas são bem delicadas. Tenho plena noção do quanto sou “lerdo” e indeciso para estes fins. Tudo é complicado! Por isso, só faço um cosplay por ano. A parte mais divertida acontece quando a apresentação tão ensaiada (E ansiada) acabou, e é hora de zoar pelo evento!

 

05. É você mesmo que faz seus cosplays ? Costuma confeccionar o personagem completo, ou algumas vezes é necessário  comprar ou mandar fazer algo para auxiliar?

 

Igor Müller: Em geral os acessórios, armas,qualquer coisa que não seja de costura, eu fabrico juntamente com a minha cosmaker Suellen, já a costura é com a Emiliana, costureira aqui de minha cidade.

Cláudia Lima: Sou eu mesma quem faço meus cosplays, gosto de confeccionar tudo embora tenha que fazê-lo pelas madrugadas. Gosto de criar, usar materiais alternativos como garrafa pet, fio de telefone, peças automotivas, sapato velho. O lema é quebrou? Guarda que um dia vira cosplay!

Felipe Magalhães: A maior parte dos meus cosplays é feito por mim mesmo!

Eu faço os acessórios, cenários e ajudo nas modelagens das roupas.

A única coisa que eu não faço são os itens industrializados como peruca e lente, mas os demais é Pipolino que põe a mão na massa!

 

Gláucia Palhares: Adoro colocar a mão na massa! É muito bom sair para comprar tecidos, pesquisar preços, procurar acessórios, montar as bijuterias e adornos, mas não consigo fazer tudo sozinha. Tenho uma costureira que é meu “anjo da guarda”. Atualmente trabalho com ela. Sou auxiliar de costura. Mas costurar peças de roupas elaboradas é com a Márcia. Eu dou palpite, pego no pé, prego botão, mas o talento é todo dela.

 

Anderson Olanda: Roupa eu e a costureira nos viramos, a costureira é amiga da minha família, então passo bastante tempo com ela pra fazermos tudo certinho. Acessórios meus pais ou amigos me ajudam a fazer, se e somente se o acessório foi muito difícil de ser montado é que eu vejo algum cosmaker ou vejo se tem a venda no Ebay, a propósito, peço minhas perucas de lá do Ebay também rsrs

 

Leandro Martins: A escolha dos materiais a elaboração do plano de execução são partes que executo sozinho, depois de um esquema traçado conto com a ajuda de minha disgner de cosplays (costureira chic rsrs) Célia Maria Borges que fica pela parte da costura, mais sempre acompanho ela ajudando nos detalhes mais específicos, quanto a cabelo eu mesmo estilizo todas minhas perucas, as coleções das lentes de contato são importadas do exterior , e conto com  o auxilio de inúmeros amigos que doam peças de seu guarda-roupas para alguns cosplays ou até mesmo enfiam a armadura no carro para levar até a casa da cosmaker Célia para ver tudo junto com a roupa. 

 

Sidney Eley: Tem duas coisas que eu não sei fazer, como por exemplo, sapatos, material em couro e peruca, também coisa de marcenaria (apesar de que só fiz encomendei um cajado, foi R$ 15 e estava perfeito, se fosse a um cosmaker ele me cobraria R$ 50 ¬¬, sim tem muitos cosmakers que não gosto =x hauheaheoaeuheahae), mas falando mais aprofundado, o resto eu sei fazer, se não for eu é minha namorada (Elis) que me ajuda, ela que foi responsável por eu estar na final hoje no YCC, eu já tinha a apresentação na cabeça feita, antes mesmo de conhecê-la, mas ela que fez funcionar na prática, ela é muito inteligente e tem muito talento.

 

Marcos Teixeira: Não sei costurar, então nesse quesito recorro a costureira, mas gosto de mexer com acessórios, geralmente eu mesmo os confecciono.

 

Loren Louro: Sim eu e minha mãe montamos tudo! Desde roupa até armaduras, quando eu comecei eu mandava em costureira, mas nem sempre eu obtinha o resultado desejado, por isso resolvi que ia montar as roupas eu mesma!

 

Eduardo Moraes: Eu tenho uma costureira que me ajuda em todos os meus projetos com a parte da roupa e todo o resto dos ornamentos eu acabo fazendo eu mesmo.

 

Iainá Estrela: Só não faço tudo porque não sei costurar, tenho uma máquina de costura que me ajuda a costurar pequenas peças, fazer ajustes e acessórios, mas a parte de tecido mesmo eu levo pra uma costureira mágica que faz todos os meus cosplays. Bordado, pintura, acessório, cenário, tudo eu faço. Meu pai me ajuda quando preciso fazer alguma coisa em madeira e amigas vem aqui em casa quando preciso de mãos extras.

 

Fellipe Barroso: Gosto de trabalhar em equipe. Tenho duas pessoas “fixas” de extrema confiança: minha mãe, que costura as roupas; e um amigo, o Caverna, que produz os meus áudios, os quais eu gravo em estúdio em sessões quase intermináveis de muitas horas, mas o resultado é bem satisfatório! Os acessórios cenográficos, que sempre se fizeram presentes no meu caso, são confeccionados por mim.

 

06. Quando você escolhe seu personagem para o próximo cosplay por onde e como começa a construção dele? (Em relação ao figurino, maquiagem ou cabelo).

 

Igor Müller: Em geral eu começo pela característica que define o personagem.

Com pyramid head eu fiz a pirâmide de começo, com o chapeleiro, o chapéu... se o aspecto principal do personagem está bem feito, o restante  fica mais fácil de conseguir.

Cláudia Lima: Se o cabelo for complicado é melhor começar pela peruca!

Felipe Magalhães: Acessórios.

Acho que os acessórios nos cosplays que eu faço são o que mais chamam atenção. Então eu faço primeiro os acessórios, se acerto a coisa, ÓTIMO, aí passo pra etapa 2 que é a roupa, depois eu vejo os demais.

 

Gláucia Palhares: Começo pelo item mais difícil de encontrar. Tem personagens que precisam de determinados panos que só encontro em certa época do ano (inverno, por exemplo) Então quando entra a temporada já compro o pano e deixo guardado. Quando o personagem tem um cabelo que exige uma peruca importada, com certeza começo por ela.  Mas já montei um cosplay começando uma peça inusitada: O SAPATO. Isso mesmo!! Um dia passeando pelo comércio achei um tênis idêntico ao da Chun-li do Street Fighter Alpha! Não resisti: comprei o tênis na hora. Não tinha planos para fazer essa Chun-li, mas diante do inesperado tive que aproveitar a oportunidade! (risos)

 

Anderson Olanda: Depois que eu comecei a entrar no mundo de competições, eu sempre elaboro uma apresentação antes de produzir o cosplay! Eu às vezes falo que gosto mais de me apresentar do que de fazer o cosplay rsrs

Mas é porque eu gosto mesmo de subir no palco, apresentar, interpretar e tal... pra mim é como se fosse uma peça de teatro e é exatamente ai que eu me identifico.

 

Leandro Martins: Primeiramente ocorre a seleção de imagens, ai desenho o personagem em diferentes posições, por trabalhar em uma loja de tecidos acabo por efetuar primeiramente a compra dos mesmos que serão utilizados, com a costura encaminhada vou atras de perucas e lentes, algo incrível é que só lembro dos sapatos 1 semana antes de estrear o cosplay (hauahauahauahau). Quanto aos acessórios costumo trabalhar neles durante o processo da chegada das perucas e lentes e a confecção das roupas , na verdade faço tudo ao mesmo tempo e sem ordem , porque adquiro as vezes uma peruca legal que me leva a fazer um personagem, é random esse processo.

 

Sidney Eley: Pelo o que estiver mais fácil. Perucas eu compro no ebay com o cosplaydna, e lentes nowww.colorlens4less.com que sai muito barato. Esses precisam ser comprados com pelo menos 60 dias por questão de segurança, mas normalmente é no máximo 30 dias. Ai enquanto eu espero vou comprar os tecidos no centro da cidade, depois passo pelas lojas de festas infantis e vejo se tem alguma coisa que eu possa usar nas minhas apresentações. Não existe uma ordem certa, mas também já corri em uma semana para terminar uns 2 cosplays (para conhecidos por exp), lógico que não tinha peruca hUIAEOUEOAEHUOEEUOEheAUHE dxD.

 

Marcos Teixeira: Sempre pelo figurino.

 

Loren Louro: Primeiro de tudo eu monto o figurino, começo escolhendo os tecidos e peças de acessórios! Em segundo penso em perucas ou penteados e por fim na maquiagem! 

 

Eduardo Moraes: Eu começo pela roupa, depois eu acabo vendo a parte de maquiagem, lente, peruca e tudo mais para completar o personagem.

 

Iainá Estrela: Primeiro levo para minha costureira mágica para discutir como será costurado, se é viável fazer  e que tipo e quanto de tecido ele vai levar. Depois eu vou pensar em acessórios e cabelo; por ultimo a maquiagem, sempre recorro a ideias em fóruns e youtube.

 

Fellipe Barroso: Começo pela parte mais difícil no personagem, que pode ser um item da roupa, ou um detalhe da apresentação. Enquanto este item não for solucionado, nenhuma outra parte é iniciada.

 

07. Pra você quais os detalhes mais importantes na indumetária do personagem? Seria o traje em si ou de repente uma arma que ele possua ou algo marcante muito pessoal de cada figura escolhida?

 

Igor Müller: Em geral depende de uma característica marcante, mas uma boa maquiagem faz uma diferença na maioria dos personagens...

Cláudia Lima: Só escolho um personagem quando sou capaz de interpretá-lo, não adianta o "traje" esta perfeito, nessas horas a dona Cláudia tem que dar lugar ao novo "eu"!

Felipe Magalhães: Depende do cosplay. Cada personagem tem uma característica marcante. Eu procuro identificá-la e tento reproduzir da melhor forma que posso.

 

Gláucia Palhares: A meu ver o essencial é ficar o mais fiel possível. A textura do tecido, a cor, o caimento do traje, os acessórios... Tem que estar tudo impecável. E se o personagem usa alguma arma ou objeto marcante é claro que não pode faltar. São os detalhes que fazem toda a diferença.

 

Anderson Olanda: Depende muito do personagem, por exemplo, o Dante de Devil May Cry, a roupa dele é super fodinha, mas eu só faria ele se eu tivesse a rebellion ;D

Outra exemplo, seria o Ash do Pokemon, eu usaria o Ash sem uma pokebola, mas faço questão de ter um Pikachu xD

 

Leandro Martins: Eu sou chato com cabelo e olhos, as principais características que em levam a escolha de um personagem e que me chamam mais atenção para conseguir fazer bem feito são esses detalhes, porem também sou muito ligado a acessorios que o mesmo possua, na verdade é um conjunto minucioso, todas as partes precisam estar em harmonia para fazer do cosplay o máximo parecido coma  serie de origem. 

 

Sidney Eley: Não sei se entendi corretamente a pergunta, mas sem o traje não existe cosplay dxD, e arma, você pode improvisar e dependendo do personagem nem é obrigatório a arma ^_^.

 

Marcos Teixeira: Tudo é importante, se o personagem possui, deve estar no cosplay.

 

Loren Louro: Eu acho que quando montamos o cosplay queremos que ele seja o mais perfeito possível então tudo é importante, qualquer mínimo detalhe deve ser colocado!

 

Eduardo Moraes: Que seja o traje em si, eu costumo ser bem fiel neste detalhe, mais eu tambem acho complicado ver apenas este lado do trabalho, acredito que a beleza esta no conjunto da obra.

 

Iainá Estrela: Isso varia muito de personagem para personagem, cada um tem uma característica mais forte que vai ser representada por elementos diferentes, uma personagem sexy normalmente o mais importante é a roupa (ou a falta dela) , o Beetlejuice por exemplo é um personagem muito expressivo então a maquiagem é o destaque, fiz Seong Mina de Soul Calibur que é um game de luta, o mais importante era a alabarda que é um acessório.

 

Fellipe Barroso:  Existe um item em qualquer personagem que é sua característica maior. Seja lá qual for este item, ele sempre será o mais importante.

 

08. Um personagem está completo pra você quando...

 

Igor Müller: Quando você consegue discutir sobre qualquer detalhe do persoangem com quem quer que seja, pois foi sofrido  fazer cada detalhe e só assim sabe que está perfeito.

Cláudia Lima: Quando entro no evento e vejo as pessoas se divertirem com o que estão vendo, daí eu sei que tá completo, que fiz certo.

Felipe Magalhães: Eu olho no espelho e digo:

NÃO TÁ UMA MERDA!

HAuAhUAhUAhUAhUAhUahUahUAhUAhUAhUAhAUhUAhUAhAUHAU

 

Gláucia Palhares: Quando consigo apresentar pelo menos 3 vezes com ele. Só assim sei que consegui alcançar a essência do personagem. Cosplay não é feito só de roupa e acessórios. Agir como o personagem é primordial. Roupa bonita muita gente consegue fazer; transmitir a alma do personagem através do olhar é que é o grande segredo.

 

Anderson Olanda: Quando eu faço cosplay, eu me programo e faço um chek-list... “Comprar tecido, ir nas costureira, fazer acessório tal, comprar tinta, comprar EVA, pegar roupa na costureira”... e assim vai, quando o chek-list esta completo, eu digo que o cosplay esta pronto xDDD

 

Leandro Martins: Nunca. Brincadeirinha, mais tipo, sempre costumo estrear o cosplay e depois ainda dar um up grade e usa-lo novamente, acho que o personagem está completo apenas quando deixo de usa-ló pois meus cospalys sempre estão em processo evolutivo.

 

Sidney Eley: Para mim nunca está completo! HAEHUEOAEUHEOUEHEOEHEOHEUEHOU, ele sempre precisa melhorar em alguma coisa, tanto que quando eu era juiz, foram raras as vezes eu consegui dar um 10 em uma roupa, sou muito perfeccionista.

 

Marcos Teixeira: Termina a apresentação e eu saio do palco.

 

Eduardo Moraes: Quando eu sinto que realmente fiz tudo o que podia por ele, e ele esta o mais fiel possivel.

 

Iainá Estrela: ...termina a maquiagem. Volta e meia eu vejo cosplayer sem maquiagem, principalmente garotos (homem também põe maquiagem viu... não fica parecendo um traveco não). Estamos representando personagens irreais, ficar um uma pele uniforme, olhos destacados, e bochechas coradas é bom mesmo que o personagem não use nenhuma maquiagem mais forte.

 

Fellipe Barroso: Mesmo as pessoas que não conhecem o personagem se identificam com ele de alguma forma.

 

09. Quanto tempo em média costuma levar na construção do personagem (tanto da roupa, quanto da interpretação) ?

 

Igor Müller: O áudio demora pode demorar um dia , dependendo da quantidade de efeitos, música de fundo... a roupa e acessórios depende muito da complexidade.

Cláudia Lima: Isso é muito relativo, quando fiz Pacman gastei um dia e me diverti muuuuuuuuito! Pra fazer o Naraku demorei bastante, pois além de confeccionar a roupa, tinha que fazer toda a armadura, haja garrafa pet!

Felipe Magalhães: Cerca de 6 a 8 meses. Eu faço apenas 1 ou 2 cosplays no ano!

Faço as coisas com muita calma para que elas fiquem direitinhas ^^

 

Gláucia Palhares: Isso varia muito. Depende do nível de desafio que o personagem oferece. A minha Sailor Netuno, por exemplo, demorou 2 anos para finalizá-la (fui comprando o material aos pouquinhos). O Pequeno Príncipe levou apenas 1 semana. A interpretação surge desde o momento que começo a pensar no personagem.

 

Anderson Olanda: Depende do cosplay, se ele for muito detalhado ou não, mas se for depender de mim, leva do dia que eu começo a fazer e eu só acabo um dia antes do evento rsrs

 

Leandro Martins: Em media 3 meses mais existe um caso engraçado de um cosplay que durou 2 anos e meio para ser estreado. (Nemesis/ Resident Evil 3).

 

Sidney Eley: Depende do personagem, o meu atualmente como eu disse fez 2 anos e 4 meses, e eu não estou assim muito satisfeito com ele, quero melhorar aqui ou ali e não consigo normalmente ter uma luz, as vezes eu pego a ideia de um e coloco no outro. Mas eu gosto de fazer as coisas bem feitas, se eu tiver a oportunidade gosto de passar 6 meses planejando com calma cada detalhe, não gosto de fazer feio no palco.

 

Marcos Teixeira: Depende do tempo que eu possuo, tenho a irritante mania de deixar muitas coisas em cima da hora. Já cheguei a criar apresentação de um dia para o outro.

 

Loren Louro: Depende do personagem! Alguns eu já fiz em coisa de 3 dias, em compensação outros que demorei mais de anos, depende muito da dificuldade da roupa e da personalidade escolhida!

 

Eduardo Moraes: Depende muito do tipo de personagem que estou fazendo, eu mesmo gosto de personagens marcantes como o rikimaru que falei acima, ou o yoshimitsu do soul calibur que é meu atual projeto que gasto o tempo que for para ficar bem legal, e a interpretação na verdade nunca foi meu forte, mais com a ajuda de uma grande amiga minha estou tentando melhorar cada vez mais então o maior tempo acho que gasto para isso.

 

Iainá Estrela: Levo o ano todo, normalmente faço em doses homeopáticas, acho um tecido do jeito que eu quero hoje, uma promoção de perucas um outro dia, faço bordado com paciência nas horas vagas. De última hora (sempre fica alguma coisa de última hora) fica a apresentação e cenário, esses normalmente faço corrido no último mês.

 

Fellipe Barroso: De 6 (seis) a 10 (dez) meses. Destes períodos, uma boa parte, de 2 (dois) a 4 (quatro) meses, é com pesquisas e testes.

 

10. Como é o seu processo de seleção e de personagens para um cosplay?

 

Igor Müller: Afinidade e desafio. Levo em conta também o fator " W.O.W." , também conhecido como o fator " SUGOIIIII" ou  " *_*" . Até os personagens mais simples possuem detalhes ou tem a capacidade de fazer uma apresentação impactante. Por exemplo, fiz o scorpion do MK I, fiz ele retirando a máscara com a caveira por baixo. É um detalhe tão legal de um cosplay tão comum que as pessoas não atentam...

Cláudia Lima: Sempre digo que são eles, meus cosplays, que me escolhem! É amor a primeira vista, quando em família estamos assistindo a um anime, meus filhos já sabem reconhecer qual será meu próximo cosplay, meus olhos brilham ao ver o personagem e já saiu da sala imitando-o!

Felipe Magalhães: Os que eu me identifico. Seja lá se for por completo ou por um detalhe.

 

Gláucia Palhares: Ah! Para fazer um cosplay preciso estar apaixonada pelo personagem. É deste “namoro” que surge a vontade de ter a roupa nos mínimos detalhes, a criatividade para fazer o cenário, a inspiração para montar a apresentação e o principal: falar, agir, sentir, ter a alma do personagem.

 

Anderson Olanda: Eu faço cosplays somente dos personagens que eu gosto e admiro! Agora na parte de selecionar qual eu usarei, depende da apresentação que eu bolei... Se eu vou competir na final de algum concurso, eu preciso de uma puta apresentação, então eu vejo o cosplay com a melhor apresentação bolada por mim e faço.

 

Leandro Martins: Já existem os favoritos da fila, os meus heróis de infância, no caso vilões pois sempre fiquei do lado negro da força, alguns são indicados por amigos e outros são de series evolutivas, tipo continuação de games ou animes que já acompanhava de infância. Na maioria são da lista da minha infância que no caso dura ate hoje.Existe uma elaboração de uma lista com personagens que ainda quero fazer.

 

Sidney Eley: Eu penso primeiro na apresentação e depois no personagem, mas no caso do que eu preparei para a final, eu primeiro escolhi o personagem, talvez por isso tenha sido tão difícil terminar uma apresentação que seja possível ser realidade dentro da realidade d=X.

 

Marcos Teixeira: São muitos processos para a seleção. O que todos eles tem em comum é que sempre faço cosplay para me apresentar, com exceção do primeiro, todos os outros foram feitos no intuito de me apresentar. Quando faço um cosplay pra me apresentar na tradicional, a regra é gostar do personagem. Quando faço pra me apresentar na livre a idéia vale muito mais que o personagem, portanto se crio um boa apresentação pra fazer com o Troy Bolton da série “High School Musical”, como já fiz, faço mesmo não sendo fã do personagem ou da série.

 

Loren Louro: Eu procuro personagens de series, animes, mangas, games que eu goste, isso para mim é o pricipal, conhecer a fundo aquilo que você vai fazer! Depois eu vejo o aspecto físico, se ele parece pelo menos um pouco comigo, ai é só felicidade rsrsrsrs

 

Eduardo Moraes: Eu gosto de personagens de época, guerreiros, lutadores o perfeito heroi de ação uhsauhsauhas.

 

Iainá Estrela: Tem que ser um personagem que eu goste (de preferência com alguma coisa na roupa que seja um desafio fazer) que gere alguma idéia louca ou muito divertida no palco. 70% das vezes escolho o cosplay já tendo uma ideia de roteiro para apresentar os outros 30% é simplesmente porque gosto ou prazer em construir.

 

Fellipe Barroso: Não há um padrão. Até hoje os personagens “apareceram” para mim, e eu decidi interpreta-los.

 

11. Em eventos nos deparamos com vários cosplays sejam eles preparados com os mínimos detalhes ou não. Na sua opinião, para se fazer um cosplay a pessoa precisaria parecer o mais possível com o personagem? Ou qualquer um pode fazer um cosplay que bem desejar?

 

Igor Müller: Olha... diferente do politicamente correto, eu acredito que parecer com o personagem é um pedaço importante. Quando eu fiz Scorpion [MK] usei uma cinta para ter uma cintura próxima do personagem... atualmente estou beeem gordinho... da mesma forma que fiz o corpo do pyramid head todo em látex para fiscar musculoso e  com as cicatrizes.  Creio que se você se compromete a fazer um personagem, para ficar realmente legal tem que levar em conta todos os detalhes contornáveis.


Eu não acharia legal um JAX [MKII] com pânceps. É uma característica marcante do personagem. É claro, se você quer fazer um cosplay só pela diversão, nada impede de pecar em alguns detalhes.

Cláudia Lima: O que gosto nos eventos é poder ver várias pessoas "brincando de se fantasiar", cada um tem o direito de participar como pode! Me encanta ver a criatividade dessa turminha. O que na realidade me preocupa é ver que a arte de fazer cosplay tem se "profissionalizado" e muita gente tem desistido de participar, tem espaço pra todos. O que me assusta são as apelações, cosplay ou não, o bom senso tem que prevalecer!

Felipe Magalhães: Qualquer um pode fazer o cosplay que desejar oras!

Inclusive admiro MUITO o pessoal que arrisca no cosplay! Que tenta fazer algo ousado, incomum! Por mais que o trabalho nem sempre fique do jeito que queremos, mas essas pessoas só pela atitude do "EU FIZ", já me conquistam! Porque eu comecei assim.

Eu comecei com um cosplay que pra muitos é considerado difícil, e mesmo assim tentei. Então eu apoio e MUITO a ousadia e a vontade das pessoas.

Qualquer um pode fazer QUALQUER cosplay, basta se esforçar.

 

Gláucia Palhares: Pra começar o cosplay deve ser uma diversão! E todos têm direito de se divertir e ser feliz. O que vai determinar a complexidade do cosplay é o objetivo que você deseja alcançar. Exemplo: para uma competição como o YCC num da para usar “cospobre”, né?! Tem que caprichar! Cosplay de competição precisa ser bem feito e MUITO parecido com o personagem. Mas se você quer apenas passear no evento, ou reunir um grupo de amigos para homenagear um anime ou game, vale de tudo: toscoplay, cospobre, cosplay de armário... O importante é se sentir bem, independente se você tem o tipo físico do personagem.

 

Anderson Olanda: Por mim, qualquer um pode fazer o cosplay que bem desejar sim. Só que existe aquele lance da estética né, mas eu não ligo muito pra isso não, eu mesmo não pareço muito fisicamente com os personagens que faço, mas garanto que interpreto bem cada um deles.

 

Leandro Martins: O bom senso vem de cada um, se quer extravasar existe a categoria Livre se quer ser fiel e acha que seu desempenho meante ao personagem está o máximo fiel apresente-se no Tradicional, creio que o bom senso é a arma fundamental porem como toda boa brincadeira está aberta a todos, o interessante é se sentir bem e lembrar que tudo não passa de diversão.

 

Sidney Eley: Sinceramente, depende, ela quer competir ou se divertir? Se for pra competir eu estaria mentindo falando que todo juiz tem noção que um negro pode fazer um personagem de pele branca, ou um gordo fazer um personagem magro, um idoso fazer um personagem jovem, etc. Existe muito preconceito e no próprio evento vemos isso, tanto que a internet está cheia de fotos com photoshop :P, mas se ela quer se divertir, ela pode fazer como quiser, até Gundam de Papelão dxD, o importante é ser feliz. Eu acredito nisso ^_^.

 

Marcos Teixeira: Para fazer cosplay basta gostar e se sentir bem com aquilo que está fazendo.

 

Loren Louro: Qualquer um pode fazer o personagem que quiser, essa é a coisa mais legal desse hobbie, eu sim, procuro os personagens que se pareçam comigo, mas isso não é uma lei, a lei é apenas se divertir! 

 

Eduardo Moraes: Acho que qualquer pessoa pode fazer o cosplay que desejar sim, mais no meu caso eu prefiro procurar personagens que tenhão o meu biotipo.

 

Iainá Estrela: Eu acho que qualquer um pode fazer o personagem que quiser, mas é preciso ter bom senso pra não se expor ao ridículo. Se a roupa é colada mas você não se sente bem com suas pernas finas, faz mais folgada; a saia da personagem curta demais te incomoda, faz mais longa. Quando você não tem o físico do personagem acho que vale mais fazer modificações para que ele fique bem em você, do que tentar fazer fiel e ficar estranho, não vestir bem, ou até não se sentir bem.

 

Fellipe Barroso: Todos são livres para fazer seus cosplays da maneira que lhes agradar. Precisam apenas ter em mente que estarão sendo “avaliados” por todo o público do evento, que pode não levar isto em consideração, ficando preso à semelhança com o personagem interpretado.

 

12. Há quanto tempo participa de concursos e de quantos já participou?

 

Igor Müller: Olha... creio que sejam mais de 5 anos de cosplay, concorrendo pela terceira vez no YCC, e inúmeras vezes no evento local Anime GAM em Campo Grande, fica difícil fazer as contas.

Cláudia Lima: Tudo começou em 2006, no Kodama, em Brasília, daí não parei mais! São cinco anos participando de dois concursos por ano!

Felipe Magalhães: Desde que comecei. Fiquei 1 ano parado em 2009 e voltei em 2010 com a corda toda =D

 

Gláucia Palhares: Caramba! Participo desde 2004. De quantos participei?! Vou tentar contar. (risos) Adoro subir no palco! Em 2004 foram 2 concursos; em 2005 apenas 1 ( mas usei 4 personagens no mesmo evento ^^);  2006 foram 5 concursos; 2007 foi um ano cheio – 10 concursos! Em 2008 foram 11 concursos (considerando que participei de eventos em BH, SP e Brasília); 2009 apenas 9 concursos; 2010 mantive a média de 9 concursos; e finalmente em 2011 até agora ( contando com o YCC) 3 concursos. Isso da um total de 50 concursos! (é a primeira vez que faço essa conta... acho que esqueci alguns concursos por internet. UAU... TO SURPRESA!)

 

Anderson Olanda: Ao contrário dos que as pessoas pensam, eu fiz poucos cosplays e to pouco tempo nesse mundo. Pra falar a verdade, ate ano passado eu ainda era novato em competições, eu conheci a essa cultura em 2007, mas só pra meados de 2008 que eu fiz meu primeiro cosplay e claro, nem sempre o primeiro cosplay sai bacana né rsrs

Foi só em 2009 que meus cosplays começaram a aumentar de nível e foi ai que eu me sentir preparado para competir, participei apenas de 1 concurso em 2009 e fiquei em segundo lugar rsrs

Em 2010 teve uma seletiva do YCC aqui na cidade, esse sim foi meu primeiro YCC e mesmo só tento competido uma vez, conseguir ganhar! Foi muito bom xD

Cheguei na final do YCC 2010 em SP ainda novato, mas conseguir me destacar lá, ganhando uma boa posição e o troféu de primeiro lugar de melhor interpretação.

Depois daí eu cheguei quase como um herói em Manaus, porque desde 2007, ninguém do Norte tinha ganhado um troféu como esse que eu ganhei, já tinham ido muitos cosplayers bons representar o Norte em SP, sempre conseguindo posições entre os 10 melhores, mas ganhar troféu, ninguém tinha conseguido rsrs

 

Leandro Martins: Desde 2008, já participei de diversos em media 6 a 8 por ano.

 

Sidney Eley: Sei lá de quantos eu participei, hAUOEuEHOHUOUHaeoaueheu, (É Sério d=XX) mas desde o final de julho em 2008 eu participo de concursos, comecei no falecido SuperHeroCon 2008 (hoje SuperCon), no começo eu me empolgava muito e vivia repetindo minhas apresentações, mas agora eu tomo mais cuidado, muitas vezes prefiro assistir do que me apresentar, ano passado também fiquei muito parado porque eu que fiquei responsável pelos concursos da Paraíba.

 

Marcos Teixeira: Participo a 5 anos e não faço idéia de quantos já participei. Dá para tirar uma média pelo numero de premiações que tenho, cerca de 50 mais ou menos, mas não saberia dizer com exatidão a quantidade de vezes que participei de concursos.

 

Loren Louro: Não tenho a menos idéia, em YCC individual já é a terceira vez, agora de outros concursos eu não faço idéia, são muitos anos já rs

 

Eduardo Moraes: Participo de concursos há um ano, acho que foi em uns 6.

 

Iainá Estrela: Desde o primeiro cosplay em 2005 eu me apresento, agora quantos concursos foram eu realmente não sei dizer.

 

Fellipe Barroso: Desde o meu primeiro cosplay, em 2007, até hoje. Para se ter acesso à área cosplay é preciso participar minimamente de algum concurso, então muitas vezes acabo me inscrevendo só por este motivo.

 

13. A arte do cosplay possui adeptos do mundo todo e essa paixão gerou campeonatos mundiais. Por acaso há troca de informações entre os cosplayers de nações diferentes ou de regiões distintas do Brasil? Como tecidos, maquiagens ou outros acessórios? E existe alguma amizade que foi criada fora do Brasil ou em alguma região distinta do país?

 

Igor Müller: Sim, em fóruns de cosplay, tutoriais. No mundo cosplay não é tão importante o material em si, mas sim a experiência com o material.  Sempre fui bem recepcionado pelo pessoal em SP, Igor Todd sempre me ajudou, já peguei dicas de maquiagem com o Jack, Hyoga de toalha também...

Cláudia Lima: Nossa, essa é a parte mais gratificante, poder fazer novos amigos, trocar experiências e aprender! Tenho amigos por todo o Brasil e na Argentina. 

Felipe Magalhães: Sim sim existe! Na verdade nem todos seguem a mesma postura no meio cosplay, mas existe sim!

Eu por exemplo tenho amizades de cosplay na Alemanha, Itália, Venezuela, Rússia e em outros cantos ^^.

 

Gláucia Palhares: Ainda não tive oportunidade de conhecer cosplayers internacionais, mas é claro que acompanho o trabalho de muitos deles via internet. Com o YCC pude fazer muitos amigos em todos os cantos do Brasil. Tenho amigos muito especiais em Brasília, no sul do País e no nordeste também. Em são Paulo nem se fala. (risos)

 

Anderson Olanda: Eu tenho amizade só com os finalistas do YCC 2010 mesmo, é uma pena que só 3 dos que competiram ano passado vão esta lá esse ano, fiz boas amizades! Mas o povo desse ano parece ser bem animado! xD

 

Leandro Martins: Digo que o melhor que conquistei com o cosplay foram os outros cosplayers que hoje são grandes amigos, conheço pessoas do Brasil inteiro devido a pratica de cosplay, e alguns de outros país devido as finais de eventos internacionais realizados no Brasil.

 

Sidney Eley: Eu fiz verdadeiros amigos com o cosplay, porém assim como em toda competição tem gente que prefere me ver morto só porque eu ganhei X ou Y, sendo que eu nunca falei nem um Oi para esta pessoa. Eu conheço muitas pessoas pelo Brasil, mas nunca tive oportunidade de conhecer pessoas de outros países.

 

Marcos Teixeira: Não tenho esse costume, agora que comecei a falar com os cosplayers que participarão comigo no YCCI e estou achando o máximo. Todos eles muito gentis, ótimas pessoas, espero manter contato com eles e assim criar amizades.

 

Loren Louro: Sim com certeza existe essa troca, mas principalmente as amizades criadas, que ao meu ver é uma das coisas mais positivas! Eu tenho amigos do Brasil todo, alguns na argentina, outros no Chile!

 

Eduardo Moraes: Eu não tenho nenhum contato internacional, mais tenho alguns amigos de outros estados do Brasil com que tiro duvidas, e peço ajuda e opinião sobre trabalhos.

 

Iainá Estrela: Dentro do Brasil tenho várias amizades, muitos frutos de competições que participei em Recife e São Paulo mas são pessoas de todos os lugares do Brasil, e uns sempre estão ajudando os outros com dicas, idéias, troca de e venda de material, como staff ou até ajudando na construção mesmo. Já cosplayers fora do Brasil tenho mais contato através de foruns, na maioria dos casos eles veem uma foto sua com o cosplay x que eles também estão fazendo e perguntam como você fez essa ou aquela parte.

 

Fellipe Barroso: O cosplay tem estreitado laços nacionais e internacionais. Já tive a oportunidade, graças à YCC, de conhecer pessoas fantásticas de diferentes lugares do Brasil.

 

14. O terremoto e o tsunami que assolaram o Japão em 11 de março gerou diversas repercussões, inclusive no cenário dos cosplayers. Kuniyuki Suzuki, por exemplo convidou os aficionados do mundo inteiro a enviar uma mensagem de apoio ao Japão através do "Prayers from Cosplayers", uma iniciativa sem custo, bastava apenas enviar uma foto no formato A4. Vocês conhecem esse movimento e chegaram a participar dele? Os cosplayers do Brasil fizeram alguma campanha nesse sentido ou fizeram outro tipo de manifestação?

 

Igor Müller: Desconheço a manifestação, bem como campanhas e manifestações feitas por cosplayers brasileiros.

Cláudia Lima: Participei de diversas iniciativas, não necessariamente ligadas a cosplay!

Felipe Magalhães: CARAMBA, eu não sabia desse movimento! Se soubesse COM CERTEZA enviaria várias fotos! Falta de infirmação é uma coisa terrível!

Ainda mais em uma situação como aquela que abalou o mundo todo!

 

Gláucia Palhares: Aqui em BH houve um encontro em prol das vítimas do terremoto, mas não pude participar. A notícia sobre terremoto me deixou muito abalada e assustada porque tenho uma amiga muito querida, que é cosplayer , morando, trabalhando e estudando no Japão. No momento do tremor ela estava andando de bicicleta voltando para casa.  Foi um susto, mas graças a Deus ela não se feriu. (beijos Mili!)

 

Anderson Olanda: Fizeram campanha sim, aqui em Manaus, por exemplo, teve um evento que a maioria dos cosplays estavam com plaquinhas escrito “pray for japan”, juntaram todos esses cosplays e tiraram fotos, eu achei bem bonito :]

 

Leandro Martins: Eu desconhecia até o momento, creio que muitos cosplayers brasileiros se sensibilizaram e se tornaram adeptos a causa.

 

Sidney Eley: Se fizeram não me avisaram, eu mesmo não estava sabendo de nada, mas fiquei feliz pela campanha, vou aproveitar e pesquisar na internet sobre ;).

 

Marcos Teixeira: Muito interessante isso, mas fiquei sabendo agora por vocês. Apesar de fazer cosplay e gostar muito de fazer, não sou muito ligado nas noticias do “mundo cosplay”. Mas agora vou pesquisar a respeito.

 

Loren Louro: Conheço sim e apoiei! Mas apoiei principalmente a cosplayer Thais Yuki que está em um calendário para ajudar a campanha..... acho tudo isso muito positivo, um hobbie do bem ajudando pessoas que precisam! É muito legal ver isso!

 

Eduardo Moraes: Eu fiquei sabendo sobre a campanha prayers from cosplayers, tenho amigos que participaram, mas eu mesmo confesso que ainda não participei.

 

Iainá Estrela: Eu conheci o movimento mas infelizmente não participei, participei de iniciativa com custo. O ebay estava arrecadando doação dos compradores quando estava comprando perucas para o próximo projeto então ajudei. Mas soube da participação da Yuki e outros cosplayers famosos no calendário "Cosplay for a Cause", estou curiosa para ver as fotos.

 

Fellipe Barroso: Muitos cosplayers do Brasil enviaram suas fotos. Por acaso eu não participei por não ter nenhum personagem japonês.

 

15. Vemos hoje que a maioria dos finalistas nos grandes campeonatos são cosplay baseados em games, diferente de como era anos atrás que a maior parte era de animês. O que você acredita que tenha acontecido pra mudar esse cenário?

 

Igor Müller: Creio que a afinidade pelo personagens que tenha levado à esse caminho. No anime, é necessário a simplificação do traço para a mais rápida produção. Soma-se o ponto que os jogos geralmente tem um enredo fechado que pode ser resumido, enquanto um anime é demasiadamente extenso e o impacto do personagem é de uma ou duas cenas.

Cláudia Lima: Notei que nos eventos as lutas tem se sobressaído diante dos jurados e público. E se observarmos, a quantidade de games em lançamento é muito maior do que animes, isso com certeza tem grande influência pois o expectador/jogador de hoje é o cosplay de amanhã.

Felipe Magalhães: Acho que simples e pura evolução. O que nem sempre é bom.

O cosplay antigamente era baseado em animê e Mangá. Hoje ja vemos cosplays de basicamente QUALQUER MÍDIA existente, independente do que seja.

Por um lado é bom porque aumenta a criatividade dos cosplayers e seu campo de escolha, por outro acho ruim porque acabou se tornando muito difuso. Eu sou mais "vanguardista" nesse ponto.

 

Gláucia Palhares: Acredito que a qualidade dos CG dos games tenha influenciado nesta nova vertente. Os games estão cada vez mais bonitos, com histórias fantásticas e um “leque” de possibilidades de acessórios e roupas. Sem falar na quantidade de games disponíveis no mercado.

 

Anderson Olanda: Acho que no anime as coisas são muito limitadas pra bolar apresentação, talvez seja por isso. Mas eu particularmente prefiro anime, filme, desenho... Tanto é que eu só fiz um cosplay de game ate então xDDD

 

Leandro Martins: Eu sou um caso desses, 90% dos meus cosplays tem origem de series de vídeo game, creio que as feiras de anime frequentadas por maniacos por game levou ao aumento de cosplays de series de vídeo game, a ligação entre anime e vídeo game se caracteriza até por animes que acabam se tornando games mais tarde, creio que seja essa ligação entre assistir anime e jogar vídeo game que faz parte da rotina dos frequentadores das grandes feiras de anime.

 

Sidney Eley: Talvez porque os animes não estão tão marcantes assim, atualmente não tem nenhuma super novidade passando, por exemplo, mas acredito que as novas regras do WCS tenham algum efeito indireto, porém eu nunca percebi esta realidade, pelo menos comigo é meio termo, no caso o Vivi do Final Fantasy 9 e o Alucard do SotN.

 

Marcos Teixeira: Aconteceu que os eventos sacaram que cosplay não é só baseado na cultura japonesa, que o hobby pode abranger diversas culturas. Eu mesmo nunca fiz um cosplay de mídia japonesa, e fiz apenas um de jogo, o Coringa do Arkham Asylum. Mai ainda existem concursos e ventos mais tradicionalistas, mas tenho fé que eles também um dia vão entender que cosplay não é só animê.

 

Loren Louro: Não só de games, mas também de filmes, eu acho que as pessoas abriram a mente, e começaram a ir para mídias diferentes, o que também é muito legal, pois em games e filmes temos ótimos personagens, tão bons quando os dos animes!

 

Eduardo Moraes: Acho que é a facilidade de se fazer um personagem de game pois você tem como visualizar ele melhor ele acaba tendo caracteristicas mais semelhantes as nossas e no meu caso acabo me envolvendo mais com personagens de games pelo fato de você viver o personagem em uma aventura ou historia que seja.

 

Iainá Estrela: Não consigo pensar em nenhum motivo em especial. Acredito que todos nós amamos games tanto quanto os desenhos.

 

Fellipe Barroso: Nem vejo tanto os games com este peso todo, mas uma incrível variedade de mídias públicas subindo aos palcos, o que gera grande diversidade estética para quem está assistindo. Aos poucos o cosplay vai deixando de se relacionar a um produto da cultura japonesa. Isto é bom para que se tenha conhecimento de que o que chamamos de cosplay possui suas origens mais antigas nos Estados Unidos, ou seja, não é nenhum “crime” interpretar uma mídia não japonesa.

 

16. Além da montagem física do cosplay, uma apresentação em um concurso requer também a interpretação cênica de um personagem. Você precisou  fazer ou faz algum curso de teatro para melhorar sua performance em cena? Se sim, de que maneira isso ajudou você em sua atuação?

 

Igor Müller: Já fiz um curso de teatro, e foi encenado a peça romeu e julieta. Não houve alteração significante na área cosplay, tendo em vista que é uma proposta muito diferente devido ao som pré gravado, posicionamento de público, entre outros.

Cláudia Lima: Não fiz, nem faço nenhum curso de teatro. Me preparo diante da tela, vendo e revendo o personagem que escolhi!

Felipe Magalhães: Olha eu nunca fiz curso pra isso.

Eu quando vou me apresentar de uma forma que exija interpretação, eu procuro assistir a cena que vou fazer várias vezes até ficar mais ou menos parecido.

Já nos livres eu acho mais fácil porque como sou um completo idiota, interpretar livre fica bem mais fácil ^^.

Isso é, quando o livre é comédia.

 

Gláucia Palhares: Não. Nunca fiz teatro. Mas aproveito muito todas as minhas experiências de atividades físicas para fazer o cosplay. Já fiz dança, ginástica olímpica, pilates, kung Fu, canto, Body Balance, etc. Tudo isso agrega valores nas minhas apresentações.

 

Anderson Olanda: Eu nunca fiz curso de teatro, quando eu comecei a me apresentar eu ate pensei “poxa, vou fazer curso de teatro pra melhorar meu desempenho no palco”, mas quando veio essa idéia, foi logo quando eu ganhei o premio de melhor interpretação lá em SP, ai depois a idéia ate se apagou um pouco porque falaram que eu interpretava bem rsrs

Mas depois surgiu a idéia de querer ver ate aonde eu interpreto bem, uma coisa é falarem que eu sou bom, outra é eu realmente ver que eu sou bom. Eu pensei em fazer curso de teatro e talvez nas férias agora eu faça... talvez.... xDDDD

Mas mês passado uma amiga minha me deu umas aulas caseiras de teatro, já sei usar o diafragma pra ganhar mais ar e falar grandes falas sem perde o fôlego, me ensinou sobre posicionamento do palco, que tem a área da frente que é o proscênio parece rsrs, no meio que é o centro médio, atrás que é o alto e assim vai.

 

Leandro Martins: Ate treinar andar em um sapato bizarro de madeira com 40 cm de altura tive de aprender por conta do cosplay (vide: Pyramid Head) Creio que o cosplay em si me ajudou a melhorar em diversas áreas, principalmente as artísticas que compõem meu trabalho, costumo rir da maneira que me solto no palco e faço coisas que não faria em situações normais. 

 

Sidney Eley: Eu uso o espelho de casa, hAUEOHUOEAHUEOIUEHOEIuEHEEAHUEHEhu, e tenho Arthur (Ele é ator) para dirigir minhas falas também. De fato tenho vontade de fazer algum curso de teatro, só que nunca apareceu uma oportunidade (leia-se local do curso + tempo livre).

 

Marcos Teixeira: Não fiz nenhum curso especificamente para o cosplay. Mas por ser ator, acredito que isso ajude sim nas apresentações. Tento levar o que aprendi no palco do teatro para o palco do cosplay.

 

Loren Louro: Nunca fiz curso por causa do cosplay, mas eu já sou atriz e trabalho com isso rsrsrsr claro que isso me ajuda e muito!

 

Eduardo Moraes: Eu gostaria de fazer algum dia algo como um curso de teatro ou algo parecido, no momento minha motivação é uma amiga muitoooo bravaaa! ^^

 

Iainá Estrela: Nunca fiz nenhum curso, somente tenho muita cara de pau. Tenho um amigo ator que sempre me ajuda, mas curso mesmo nunca fiz.

 

Fellipe Barroso: Nunca fiz qualquer curso do tipo. Tive apenas dicas de uma amiga (A atriz Suzane Carvalho) sobre os efeitos que o palco causa em quem assiste. Desde então, cada gesto é melhor pensado, mas nada muito profissional.

 

17. Imprevistos sempre podem ocorrer durante uma apresentação. Já aconteceu alguma situação inusitada em que você precisou improvisar no meio de uma cena? Conte-nos como foi.

 

Igor Müller: Minha apresentação " tradicional"  de oogie boogie no YCC duplas. O oggie tem um sério problema, a estrutura de espuma as vezes gira e você não consegue ver nada, tudo por causa da estrutura do rosto e boca... Tive que fazer a apresentação todinha CEGO.

Cláudia Lima: Eu e minha filha fizemos Worms, o cosplay dela é menor que o meu. Em um evento a organização decidiu trocar a ordem de apresentações das categorias e fomos chamadas, nos vestimos tão depressa que nem reparei que havia pego a "minhoquinha" errada, fiz toda a apresentação encolhida, saí de lá com dor nas costas! Mas valeu a pena ficamos em primeiro lugar!

Felipe Magalhães: OLHA ISSO SEMRPE ACONTECE!

AHUAhUAhUAhUAhauHAuhAUhAUHAuhauhauHAuHAuHA

Até foi um fato curioso pois consegui a vaga do YCC assim.

Eu tinha desisitido praticamente da vaga e fui pro evento meio que forçado, usando meu primeiro cosplay porque uns amigos haviam pedido...na hora me inscrevi num livre pra não deixar passar em branco e não tinha NADA EM MENTE...dai eu pensei assim:

Bicho, tenho 1 minuto pra fazer essa galera cair no riso...dai peguei o microfone e fiz o que me deu na telha e o resultado foi a vaga, ou seja...CAGADA DO MILÊNIO!

 

Gláucia Palhares: São tantos imprevistos!(risos) Acredito que 80% das minhas apresentações têm alguma coisa inusitada. A “zica” mais comum é dar “biziu” no áudio. Já perdi as contas das vezes que apresentei sem o áudio gravado. Improviso é comigo mesmo!^^

 

Anderson Olanda: Já fiz apresentação onde eu não ensaiei direito, única coisa que eu sabia era as falas! Os movimentos, gestos e etc eu criei ali na hora mesmo, mas isso não é algo que eu me orgulhe rsrs

 

Leandro Martins: Claro, acontece quase sempre, a peruca de uma amiga caiu durante a apresentação, tive de continuar e segurar o rizo mesmo sabendo que aviamos perdido ponto, já escorreguei diverssas vezes no palco mais sempre consegui ter uma desenvoltura quanto a isso, o segredo é não se apavorar e continuar a se apresentar.

 

Sidney Eley: No wcs de 2010 com o Alucard, no dia de viajar nossa apresentação (eu e Gut) foi sabotada por pura sacanagem, era meu primeiro wcs fui bem preparado, entrei em desespero no avião, chegando em Brasília uma cidade totalmente desconhecida peguei o metrô pro centro, e sai procurando lojas de tecido, material de construção e papelaria, lan house, etc. O Áudio foi editado do ZERO, e apresentação foi criada na loucura, no final não deu muito pra ensaiar, fui pro evento morrendo de sono, dormi no chão do palco HAUEIHEHEUIEHEIEOUHEUHEUEUIEHIUE, é a apresentação que tenho mais orgulho, mas sei que é a pior, porém tenho muito orgulho porque foi feita em 4 dias, ficamos com 0,5 de diferença do primeiro lugar. Se tivesse dado pra ensaiar direitinho tínhamos pego a vaga. Detalhe, a espada quebrou no meio da apresentação HUAIEOHUEHOIEUEOUEHOHEHUHAUEOIHEU, mas ninguém notou, Gut também foi um ótimo improvisador.

 

Marcos Teixeira: Sim, o segredo é aprender a improvisar. Já aconteceu comigo, mas o legal é não falar, deixem que pensem que foi de propósito. (risos)

 

Loren Louro: Graças a Deus não! Mas acontece de algo cair, ou enroscar é só continuar como se aquilo fosse tudo da apresentação!

 

Eduardo Moraes: Aconteceu do audio que eu tinha feito não ficar bom no evento, na hora eu acabei me desculpando com os jurados e plateia e me retirei.

 

Iainá Estrela: Eu já tive branco em palco, foi a pior sensação em apresentação que eu já tive, pânico total. Era simples, uma sequencia de luta, foi minha primeira apresentação com o cosplay de Soul Calibur, eu de Seong Mina e a Pudim de Cassandra, depois do 5º ou 6º golpe eu tive um branco e não conseguia mais lembrar a sequência, nós tínhamos ensaiado meses e as armas eram pesadas, se acertasse machucaria.

A Pudim enrolava e voltava a sequência para o início, quando passava por mim ela dava a dica, mas quando chegava no mesmo ponto eu não lembrava novamente. Desisti, fui para um sequência bem a frente da que a gente estava fazendo, por mágica ela entendeu e continuou do ponto que comecei e levamos até o final (já disse que adoro minha dupla?). Quando desci do palco foi uma explosão de raiva, meses de ensaio e deu errado, joguei a alabarda no chão, estava super nervosa. Depois que me acalmei só por orgulho eu e ela apresentamos de novo no chão de concreto do estacionamento, o publico fez uma roda em volta e nos fizemos tudo direitinho do jeito que deveria ter sido.
 
 
Fellipe Barroso:  Minha primeira apresentação na categoria tradicional aconteceu em 2008 no evento Aquecimento Anime Family, com o personagem “V”, do filme “V de Vingança”. Era a clássica cena em que ele pronuncia muitas palavras iniciadas com a letra “v” e escreve esta letra em um banner com uma faca. Preparei o tal banner para ser cortado com minha faca (De plástico!), e ele não rasgou por inteiro! O jeito foi continuar com o corte incompleto e fechar o áudio. Meses depois refiz esta mesma apresentação no evento Anime Dreams 2009. Uma pequena correção no cenário permitiu que ela se sucedesse sem problemas.
 
18. Você conta com alguem que dirija suas atuações para as apresentações? Acha que seria importante ser dirigido por algum profissional da área das Artes Cênicas?
 
Igor Müller: Suellen, ajuda dando opinião, e volta e meia já construiu o som/vídeo das apresentações, mas a interpretação em si eu que " dirijo". Desde que você sinta quala  motivação do personagem, e saiba os maneirismos, não é necessário tamanha direção.

Cláudia Lima: Meus filhos são meus maiores dirigentes e críticos, se pudesse gostaria de ter alguns conselhos, nunca é demais aprender!

Felipe Magalhães: Olha sinceramente não vejo muita necessidade disso.

Seria bom se em todo concurso tivesse alguém na banca de jurados que fosse formado em artes cênicas.

 

Gláucia Palhares: Imagina! Seria esplendido ter um profissional para dirigir minhas apresentações... Não tenho esse privilégio. Mas posso contar com a ajuda do meu grande parceiro, companheiro, staff, crítico de plantão e amor da minha vida: VÍTOR. Ele monta os áudios, me ajuda no palco e vez por outra dá palpite na apresentação.

 

Anderson Olanda: Meus amigos e meus pais que me ajudam nisso, quando eu vou apresentar, eu sempre mostro pra eles como vai ser a apresentação, como vão ser os movimentos, os gestos, eu peço muito a sugestão deles. Mas claro, nenhum deles é profissional da área de artes cênicas, eu ia adorar que um profissional da área me desse sugestões e dicas também xD

 

Leandro Martins: Rsrs, as únicas pessoas que em acompanham são minha mãe e meu cachorro que assistem meus ensaios em casa, seria muito bom poder contar com alguém do meio profissional, poderia em ajudar e muito na atuação nas apresentações tradicionais que continuam sendo meu fraco.

 

Sidney Eley: Toda ajuda é válida, principalmente de um profissional. Se eu tivesse um amigo assim pediria ajuda sem dúvida, porém sou formado em publicidade e propaganda, tenho uma boa experiência em filmagens, então muitas vezes eu me filmo e tento me coordenar, pena que não é a mesma coisa, porém quando Arthur está em João Pessoa ele me ajuda muito.

 

Marcos Teixeira: Eu mesmo me dirijo. Acho interessante o cosplay ter uma orientação nessa área, infelizmente isso nem sempre é viável.

 

Loren Louro: Não eu ensaio na frente do espelho para me corrigir, e só de vez em quando a minha mãe da uma checada para ver se está tudo ok.

Eu não acho que seja necessário ninguém para me dirigir, afinal eu faço cosplay para me divertir e não por obrigação, envolvendo um profissional tiraria um pouco da magia.

 

Eduardo Moraes: Eu acho legal a ideia de ter um profissional na area mais acho que fazer a sua apresentação com a ajuda dos seus amigos não tem valor.

 

Iainá Estrela: Mika, ele é ator fantástico e um grande amigo, ele ajudou muito eu e a Pudim com a apresentação de Beetlejuice do YCC e agora sempre estou alugando ele. Se é importante que alguém especializado ajude, acho que não, mas que ajuda bastante é indiscutível.

 

Fellipe Barroso:  Não. Até o momento, aproveito a valiosa dica de minha amiga atriz Suzane Carvalho, já mencionada acima. Seria muito bom ter alguém me dirigindo, pois há coisas que as cabeças leigas (Como a minha!) simplesmente não entendem ou solucionam.

 

19. Já pensou em atuar ou atuou de algum projeto cinematográfico interpretando os personagens que escolhe para fazer cosplay?

 

Igor Müller: Não, mas sempre achei legal a idéia de fazer um curta com pyramid head, do gênero, " Meu colega de quarto pyramid head".

Cláudia Lima: Seria demais, nunca tinha pensado nisso mas já que perguntou, se alguém precisar de um shinigami é só me chamar o Ryuku tá bem guardado!

Felipe Magalhães: Infelizmente não. Mas gostaria de ter uma oportunidade ^^.

 

Gláucia Palhares: Não... Ainda não! Mas seria um sonho participar de um projeto assim.

 

Anderson Olanda: Eu gostaria muito, apesar de não ser da área, eu gostaria muito de aprender mais sobre teatro, algo mais certo sabe, ver como é a sensação de atuar de verdade numa peca de teatro PELO MENOS! Deve ser maior onda xDDD

 

Leandro Martins: Já participei de alguns videos de formandos em artes cênicas e alguns documentários e entrevistas sobre o tema cosplay alguns desses contando com atuação.

 

Sidney Eley: Não porque dificilmente seria feito com seriedade (questão de efeitos, direção e roteiro). Porém se eu tiver certeza que vai ser algo sério, que não vai ser utilizado para denegrir as imagens dos cosplayers mesmo que indiretamente, eu faço na maior boa vontade ;).

 

Marcos Teixeira: Seria um sonho interpretar algum dos personagens que faço no cinema!

 

Loren Louro: Projeto cinematográfico não, só alguns frashmobs e entrevistas, mas seria muito interessante.

 

Eduardo Moraes: Ainda não mas quem sabe um dia usauhsa.

 

Iainá Estrela: Não. Sempre tive cosplay só como hobby.

 

Fellipe Barroso:  Não.

 

20. Como foi a reação da sua família quando você contou a eles que se tornaria um cosplayer?

 

Igor Müller: Nossa, pelo estilo da questão é como se fosse sair do armário?  É apenas um hobbie que eles sempre foram cientes.

Cláudia Lima: Meus filhos amaram, meu marido levou um susto e muitos não acreditaram!

Felipe Magalhães: Minha mãe não disse quase nada, só disse:

Contanto que não saia do meu bolso fique a vontade!

HAuHAuahuAhuAhuAhuAhuAhUAhUAhUAhUAhUAhA

 

Gláucia Palhares: Quando eles se deram conta eu já era cosplayer há muito tempo. Quando comecei a fazer cosplay, já tinha independência financeira, portanto nunca precisei pedir autorização para fazer “gastos” com meu hobby. Mesmo assim meus pais levaram um susto com a minha primeira viagem para São Paulo para disputar o YCC em 2007, eles não esperavam que o cosplay me levasse tão longe. No mais, eles apóiam e torcem muito por mim.

 

Anderson Olanda: No começo meus pais ficavam falando que era perca de dinheiro, algo que não ia me dar retorno, essas coisas... Mas com o tempo e com os concursos que eu acabei ganhando, eles acabaram apoiando um pouco mais, mas hoje em dia, eles ainda falam que é perca de dinheiro xDD

 

Leandro Martins: É de comer? passar no cabelo? todo preconceito vem da falta de informação , estranharam, mais hoje levam numa boa , modelo minhas perucas na cabeça da minha mãe, ensaio usando amigos como cenário e sempre mostro meus projetos pra minha irmã.

 

Sidney Eley: Eu não contei eles descobriram pelas coisas que levava pra casa, mas eles não poderiam falar nada negativo porque sempre fiz tudo com meu dinheiro, porém tinha muito preconceito no começo não vou negar, mas depois que eu comecei a ganhar algumas coisas mudaram de opinião, pena que foi apenas por questão de interesse, e não pelo o que eu sentia =\.

 

Marcos Teixeira: Eles me apóiam. Ficam loucos comigo em época de eventos, mas apóiam. (risos)

 

Loren Louro: Aqui em casa sempre foi apenas eu e minha mãe e ela ama cosplay, inclusive já fez cosplay, então foi tudo muito tranqüilo.

 

Eduardo Moraes: Bem como eu ja trabalhava eu acabei fazendo tudo sem contar nada a ninguem, quando eles ficaram sabendo que eu estava me vestindo como super heroi (como eles falavam) fui motivo de rizadas mas hoje eles ja respeitam mais acho que pela minha implicância em continuar.

 

Iainá Estrela: Eu não contei, eles só viram a casa de cabeça para baixo com asas no meio da sala e e tinta pela mesa e pelo chão. Meu pai de inicio deu risada e sempre ajudou a arquitetar os cenários e acessórios; até hoje ri sempre que me vê de peruca e me chama de doida. Minha mãe achava que era uma fase, torcia o nariz com os gastos mas sempre se empolgava quando via a coisa ficando pronta e acabava ajudando também.

 

Fellipe Barroso:  A mais normal possível. Afinal de contas, qual o problema de fazer cosplay?

 

21. Existe algum cosplayer no Brasil ou no exterior que você se inspira?

 

Igor Müller: Creio que eu utilizo Hyoga de toalha como referência pela a inovação nas apresentações. Um efeito especial faz a diferença entre uma apresentação mediana e uma que deslumbra o público.

Cláudia Lima: Eu admiro vários cosplayers, tanto aqui como fora, nada de sitar nomes pode rolar ciúmes!

Felipe Magalhães: SIM, CLARO! Inclusive minha performance no YCC é uma forma que encontrei de homenageá-la.

Andressa Miyazaki (Lilithy)

Mas não é so ela que me inspiro.

Na verdade minhas grandes influências são a Lilithy, a Thais Jussim (Yuki) e o Marcelo Fernandes (Vingaard).

 

Gláucia Palhares: Gosto de acompanhar todos cosplayers que fazem um bom trabalho. Admiro e respeito muito. Adoro “trocar figurinhas” sobre apresentações e confecção de acessórios com outros cosplayers, mas não elegi nenhum como ídolo.  Minha inspiração sempre vem dos personagens.

 

Anderson Olanda: No Brasil eu gosto do Gabriel Hyoga e do atual campeão do YCC, o Marcos Teixeira, que também vai ser finalista do YCC esse ano xD

 

Leandro Martins: Claro. Adoro o trabalho da Yuki e do Vingard, sempre acompanhei seus cosplays e me serviram de grande inspiração no começo, acompanhei o desenvolvimento dos meninos da bakatsuki e dos Eromons, grupos de cosplayers que se apresentam no Livre, os admiro e muito. Trabalhos da Lola Maki assim como os da Lilythy nos inspiram a perfeição dos detalhes, sempre tento acompanhar e adequar meus cosplays a atualidade do progresso do cosplay no Brasil e confesso o nível se dificulta mais a cada dia.

 

Sidney Eley: Gabriel Hyoga, ele é minha principal inspiração, foi o primeiro a entender que cosplay é show e não roupa.

 

Marcos Teixeira: Não.

 

Loren Louro: Em termos de apresentação/interpretação o Bardo marcos, e em termos de vestimenta a Thais yuki.

 

Eduardo Moraes: Tenho no brasil, posso destacar 2. Minha amiga pyon e meu amigo bardo pela dedicação que eles tem ao fazer um personagem.

 

Iainá Estrela: Me inspiro em qualquer cosplayer, tenho uma pasta gigantesca de arquivos de fotos de cosplayers que eu gosto que todo o mundo, de lá sempre tiro uma ideia para construir isso ou para o acabamento daquilo.

 

Fellipe Barroso:  A lista estrangeira é bem pequena, porque conheço poucos de nome. A nacional é tão grande que não caberia nesta entrevista!

 

22. Como você vê a cena cosplayer na sua cidade/estado? Qual a maior dificuldade para confeccionar um cosplay em sua cidade/estado?

 

Igor Müller: Certamente tem uma galera muito boa, com cosplays formidáveis, mas há um certo descaso com apresentação/som.  Um cosplay faraônico é mal aproveitado com uma apresentação corrida ou com um som ruim.

Temos uma grande dificuldade com materiais e maquiagem. Aqui em Campo Grande o vinil descansa ao lado do cálice dourado, do lado do EVA logo a esquerda da lança de longinus... é aquí é realmente complicado de achar material...

Cláudia Lima: Brasília tem ótimos eventos. O grupo daqueles que fazem cosplay tem crescido a cada ano e isso tem que ser valorizado. Aqui a gente encontra a maioria dos materiais necessários, a maior dificuldade é encontrar perucas, tem que vir de fora! 

Felipe Magalhães: A cena de cosplay no meu estado é forte, competitiva e um NINHO DE COBRAS.

Há discussões idiotas por motivos idiotas e isso me estressa.

Se cada um cuidasse mais da sua vida essas coisas não aconteceriam.

Infelizmente somos uma cena pequena. Ao invés de nos "engalfinharmos", deveríamos nos unir, mas infelizmente a maioria não pensa dessa forma.

Olha, aqui no Rio temos dificuldades pra encontrar determinados tipos de material que são de mais fácil acesso em outros estados.

Tipos de tecido, material químico, etc...

 

Gláucia Palhares: O cosplay está crescendo muito aqui em Minas. Têm cada vez mais adeptos, roupas muito bem elaboradas, apresentações emocionantes... É uma pena não ter uma diversidade maior de eventos e concursos por aqui. Acredito que as dificuldades para fazer um bom cosplay estão acabando. Temos ótimos cosmakers na cidade e a internet tornou-se uma grande aliada.

 

Anderson Olanda: Nem me fale, quando você vai fazer um cosplay mais tranqüilo, você consegue fazer numa boa... Mas se for fazer algo mais complicado, você custa ate achar o material certo! Por exemplo, é uma luta achar vinil aqui em Manaus, que inclusive foi uma das dificuldades que tive, sorte é que um amigo meu tinha o tecido, pois ele tinha viajado pra SP e comprou, ai ele me deu um pouco do tecido dele xDDD

 

Leandro Martins: LoL Eu era o único cosplayers da minha cidade , logo incentivei os amigos mais próximos a fazerem cosplays, confesso minha cidade ainda não se adaptou a ideia, porem o cospalyer Dougllas já disputou ao meu lado a final do YCW e hoje em dia está se tornando um ótimo cosplayer, não tenho dificuldade em acesso aos materiais para confecção dos meus cosplays pois a importação por meio da internet facilita minha vida, viva o mundo globalizado!

 

Sidney Eley: Não tenho dificuldade aqui, normalmente quando tenho é para material de couro em geral. Agora cosplayers sérios aqui na minha cidade só eu e Gut, no Interior tem mais pessoas como o Ednaldo Júpiter, Kevin e Terciano. O nível individual daqui é monstruoso, foi a seletiva mais complicada de todas, agora para grupo é fraco. Eu tive mais medo da seletiva do que da final =P.

 

Marcos Teixeira: Nesse sentido, morar em São Paulo é uma maravilha. Você encontra tudo que quer, só precisa correr atrás. Minha maior dificuldade é com itens importados, não costumo comprar nada de fora. Pra ser sincero, por não entender muito bem a situação.

 

Loren Louro: Aqui em São Paulo é muito tranqüilo, tenho tudo perto e encontro facilmente tudo que eu preciso, já sou meio rata para encontrar tralhas rsrsrsr

 

Eduardo Moraes: Bom o hobby de se fazer cosplay acho que hoje não tem limites pois temos cosplayers de praticamente todos os estados do pais, em quanto a dificuldade eu tenho sorte de ser de são paulo e ter facilidade para conseguir atingir o resultado final.

 

Iainá Estrela: A pratica na Bahia anda fraca devido a problemas que o público teve com alguns eventos, mas temos cosplayers muito bons por aqui e a prática de grupos é muito mais comum do que vejo em outros estados. A maior dificuldade é material, não temos mutas opções então a maioria precisa se pedida pela internet, principalmente peruca.

 

Fellipe Barroso: Muitas pessoas no Rio têm interesse em fazer cosplay e fazem, mas ainda estão presas à questão dos resultados de concursos como o principal do hobby. A única dificuldade para confecção de cosplays no Rio por acaso não me atinge, que é o período carnavalesco. De Outubro até um tempo após a festa, falta bastante coisa nas lojas. Como começo a confeccionar sempre depois do carnaval, acabo encontrando os estoques já repostos.
 

23. Um cosplay muitas vezes pode sair caro. Quanto você gasta em média para fazer um cosplay?

 

Igor Müller: Depende muito.. tem dos mais baratinho de 50/100 , dos normais a 200~300, e os " OMG LUXO" que saem de 300 para cima..

Cláudia Lima: Realmente pode sair caro, mas é melhor que não, aqui em casa somos 6 pessoas fazendo cosplay, incluíndo meu netinho "lindo" de dois anos, então... é melhor economizar! 

Felipe Magalhães: Olham eu não gasto muito porque a maior parte do cosplay é confeccionado por mim.

Meus cosplays saem em média de 350 a 500 reais no máximo.

Mas como faço aos poucos acaba não saindo muito caro.

 

Gláucia Palhares: O custo total eu nunca calculo. Prefiro não sofrer com estes números (risos). O que faço para não extrapolar meu orçamento e separar uma quantia fixa por mês para o cosplay, como se fosse uma “poupancinha”. Assim elejo as prioridades e vou gastando em “doses homeopáticas”. Tem mês que gasto só com pano, no outro é a vez do sapato, separo um mês só para costureira... E assim vai.

 

Anderson Olanda: Não sei ao certo, mas acho que o máximo que já gastei foi 300 reais.

 

Leandro Martins: Sim alguns vão meu salario todo e mais um pouco , em media gasto de 300 a 600 reais em um único cosplay, o mais caro mesmo foi o Nemesis do Resident Evil 3 que passou de 1000. 

 

Sidney Eley: Já gastei trocados, porém neste último principalmente pela falta de informação eu sem brincadeira nenhuma até agora gastei bem próximo de R$ 2.500, só levei o projeto adiante porque era um sonho pessoal subir em uma final do YCC com ele, desde 2008, e também porque foi aos poucos durante 2 anos. Se não eu teria desistido porque seria impossível pagar.

 

Marcos Teixeira: Tento gastar pouco, já fiz cosplay gastando nada, só usando peças do armário e já cheguei a gastar cerca de 500 reais em um cosplay, oq eu acho um absurdo e não pretendo repetir tão cedo. (risos)

 

Loren Louro: Depende muiiiito! Tem cosplay que eu não gasto nem R$100,00, já outros que gastei em media R$ 1000,00 .... depende do tecido, acessórios, de tudo mesmo rs

 

Eduardo Moraes: Eu costumo gastar mais do que eu deveria uhsauhsauhsuhsa 

 

Iainá Estrela: Sinceramente...eu faço um planejamento e sei quando ele está perto de estourar, mas nunca sei o valor exato. Como disse antes, normalmente eu levo muito tempo trabalhando no mesmo cosplay, acabo esquecendo das pequenas coisas que compro esporadicamente. Mas chutando, devo gastar entre 300 a 600 reais.

 

Fellipe Barroso: R$ 600,00.

 

24. Você tem algum projeto para cosplay em mente para o futuro?

 

Igor Müller: Por enquanto creio que irei dar uma parada, devido a necessidade de passar em um concurso público, mas creio que ainda estarei em CG fazendo cospobres com apresentações fora de série e reapresentando cosplays velhos.

Cláudia Lima: Sou sempre surpreendida com novos animes e games, não tenho projetos! Tenho vontade de resgatar um personagem bem antigo, que não é de anime, quem sabe um dia?

Felipe Magalhães: SIM, CLARO! Se tudo der certo meu próximo cosplay será o Kaneda de Akira.

É um sonho de adolescência e quando vi a dupla Petra e Aino fazerem Akira na final brasileira do WCS em 2009, eu vi que era possível fazer algo bem feito, reviveu minha vontade!

Se tudo der certo terei muito que agradecer a elas!

 

Gláucia Palhares: Claro! Tenho uma lista enorme de projetos. Todo ano escolho pelo menos 5 personagens para fazer. E vou executando na medida do possível.

 

Anderson Olanda: Meu sonho é fazer o Goku de Dragon Ball Z e gritar Kamehameha no palco rsrs

Um dia talvez eu faça ele! xDD

 

Leandro Martins: Sim, é impossível não ter, mais todos são segredos ,mas digo que podem esperar um melhor que o outro pois com cada cosplay vou evoluindo os materiais e a forma de confecciona-los. 

 

Sidney Eley: Às vezes eu penso, mas sinceramente acredito que eu vá da um tempo depois de Julho para meus projetos pessoais, atualmente estou tentando resolver um problema pessoal e com isso estou sem cabeça pra nada, nem jogar videogame, nem ver um filme eu consigo, Só não desisti da seletiva porque já estava tudo pré-pronto.

 

Marcos Teixeira: Tenho vontade de fazer todos os vilões do Batman, vamos ver se tem futuro essa idéia.

 

Loren Louro: Tenho vários! O que eu posso adiantar é baronesa de GI Joe.

 

Eduardo Moraes: Sim o personagem principal do anime Karas.

 

Iainá Estrela: Muitos, e a lista não para de crescer, preciso de mais duas de mim pra conseguir produzir e usar tudo que quero. Mas desde março já tem um projeto em andamento para usar no YCW 2012 ou pra tentar um WCS.

 

Fellipe Barroso: Não.

 

25. Conte-nos um pouco sobre como você se classificou para essa final e a emoção que teve ao ganhar a vaga. Quais foram as etapas para a composição do seu cosplay, desde a escolha do personagem até o resultado final?

 

Igor Müller: Bem, é a terceira vez que eu me classifico para o YCC, estaria sendo hipócrita que foi emocionante, que chorei... mas sempre é divertido, além do que vou rever o pessoal de Sampa, bagunçar no hotel.

Dessa vez eu escolhi um personagem mais " fácil", comprei a peruca e maquiagem, pintei o tecido[ isso demorou umas 8 horas...], a única coisa demorada foi a montagem do audio... o cosplay ficou bom , mas não 100%, vou tentar melhorar ele até o YCC.

Cláudia Lima: Queria muito fazer Worms, esse foi meu único projeto. Mas nunca pensei que daria conta! Um dia peguei olhei um pedaço de espuma e fiz a Worms pra Barbie, deu certo! Agora era só fazer numa escala gigante e me tornar a famosa minhoquinha. Criei a apresentação, ouvi bastante o game, fiquei com a voz bem parecida e pronto me tornei a própria. Confesso que nunca pensei que uma minhoca de três metros seria tão fofinha no palco. Todo mundo gostou e aqui estou eu! Conquistei a vaga no Anime Nation de 2010 e cada conquista é mais emocionante do que a outra, é bom estar de volta!

Felipe Magalhães: UOOOW esta pergunta já me faz tremer! Confesso que senti um friozinho na barriga!

Minha Classificação como eu já disse anteriormente foi altamente INESPERADA. Na hora que anunciaram meu nome, eu meio que surtei e sai correndo com os dedos pro Ar cantando "Minha Benção" do Padre Marcelo Rossi pelo evento correndo igual a um louco.

Olha eu espero poder fazer parte de um espetáculo! Os participantes são muito bons e só de pensar que vou dividir o palco com ídolos como o Marcos Teixeira e a Loren Louro, eu fico realmente empolgado! É meio que um sonho sabe??

Eu não imaginava que estaria nessa edição da competição. Tenho me preparado bastante, mas não espero nada mais do que agradar o público!

Eu sou apenas um novato. Os participantes são muito bons e mais experientes que eu. Acredito que eles estejam bem mais preparados.

O meu maior objetivo nessa competição como já disse é agradar o público e poder homenagear, acho que O GRANDE IDOLO E INSPIRAÇÂO MINHA que é a Andressa Myazaki (Lilithy).

Sonho um dia estar frente a frente com ela!

Acho que as 2 palavras que descrevem basicamente o que sinto é nervosismo e ansiedade!

Quando chega qualquer e-mail ou noticia sobre o YCC eu sinto aquele friozinho!

 

Gláucia Palhares: Bom... Tive a felicidade de participar da primeira edição do YCC em 2007 e da segunda em 2008. Não tinha pretensão de disputar outra vaga, mesmo porque quero ver outros mineiros no palco do YCC. Então foi para o Super Animinas (dezembro de 2010) totalmente desencanada sobre a vaga. Meu objetivo naquele dia era apenas apresentar a Jessie de Toy Story 2 que tinha acabado de ficar pronta. Gravei a apresentação na véspera e participei do evento apenas no sábado. Foi um amigo que me ligou no domingo a noite para falar da minha classificação. Foi um misto de espanto, alegria e euforia... Quase não acreditei que ia passar por esta experiência mais uma vez.

 

Anderson Olanda: Eu me classifiquei usando cosplay de Professor Utonium das Meninas Super Poderosas, aqui o link: http://www.youtube.com/watch?v=d_LRNKecnFw

Cara, eu fiquei sabendo da seletiva do YCC duas semanas antes, literalmente huahua xDDD

É porque ela foi em dezembro, geralmente a seletiva era feita em março, ai eu não tava preparando nada no momento, eu nem ia de cosplay pra esse evento pra você ter uma idéia! Mas com sabendo que ia ter a seletiva eu precisava pelo menos competir! Então fui atrás de uma idéia fácil e simples pra fazer dentro de duas semanas, acabei tendo essa idéia do professor utonium quando tava assistindo uns vídeos no youtube sobre aberturas e encerramentos de uns desenhos e animes... acabei vendo a abertura e pensei “porra, da pra fazer isso na apresentação” e foi o que eu fiz xDDDD

Na hora todo mundo achou muito criativo, graças a Deus! \o

 

Leandro Martins: Minha vaga veio por meio do evento Anime Party 2011 em São paulo, muitos cospalyers participaram dessa etapa, boas apresentações , eu me apresentei na categoria Livre com o cosplay de Sebastian Michaelis (kuroshitsuji), foi uma grande surpresa pois não esperava conseguir essa vaga , que a tempos vem sendo um grande sonho. O cosplay no qual vou usar na final trata-se de um mito da minha infância, na verdade é uma homenagem ao maior anime da historia, foi e esta sendo um grande desafio confeccionar esse cosplay devido a limitação humana, porem estou sendo o mais fiel possível, a definição deste cosplay veio por meio de uma promessa ao meu melhor amigo de infância (Ailton Rodrigues) que saco eu pega-se essa vaga usaria este cosplay em questão, o resultado vocês conferem no próximo fim de semana no Anime Friends  2011, espero todos lá! e espero que gostem do cosplay.

 

Sidney Eley: Em primeiro lugar eu não estaria aqui dando essa e outras entrevistas se não fosse o grande amor da minha vida que é minha namorida Elis, sem ela eu não teria se quer me apresentado, da roupa até o final foi ela que me ajudou, eu tinha a ideia, ela fez ela se tornar realidade. Ela nem era desse mundo, mas entrou de cabeça e me ajudou. Faltando 14h para me apresentar eu tinha desistido porque o rapaz que fazia meu sapato e o cinto não poderia me entregar no evento, e um colega me atrasou no Sábado e não me deixou ensaiar. Ela foi meu apoio e nunca vou esquecer quando eu estava chorando no sofá da portaria e ela me disse:

- Ouw bb, eu só quero que você seja feliz.

Depois de muita conversa ela me disse que já tínhamos ido tão longe, não poderíamos desistir, fizemos um cronograma, e pela primeira vez meus pais me ajudaram, fora em Recife (240km ida e volta, 4h de viagem) para pegar as botas e os cintos, enquanto ela dormia eu terminava o áudio com Arthur, depois ela acordou eu tirei uns cochilos, fiz a inscrição, fui em casa fiquei ensaiando com ela até tarde, tanto que cheguei faltando 5 minutos para entrar no palco, qualquer sinal fechado e eu era desqualificado, não vi ninguém se apresentar, fiz apenas a make da sobrancelha com Bella correndo, e entrei no palco, nem um pó no rosto eu coloquei e principalmente o cabelo foi sem nenhuma alteração, ae ficou todo lambido HuaHuaHuaHuaHua, minha namorada é cabelereira e se depender dela teria ficado show, mas infelizmente foi na correria.

Eu tinha tudo para não me apresentar, então quando eu fui ao banheiro tirar as lentes de contato falaram Sidney Eley, e eu estava passando de frente pro palco, estava pensando a foi 3º lugar, subi quando Ikari (apresentador) falou, e ai como você está sentindo por ter ganhado, Eu dei um gritão no palco dxD~~, depois fui na sala cosplay e contei pra minha namorada. Resumindo foi isso. huaohueoUAOEUEOUEAhaehue, foi uma experiência única, e mais uma vez a prova da minha capacidade de não desistir diante de uma dificuldade.

 

Marcos Teixeira: Me classifiquei no evento AnimeParty com o cosplay de Ken Salva-Vidas, um “cospobre” feito de roupas do armário mesmo. Uma curiosidade é que no ano passado também ganhei a vaga no AnimeParty e praticamente com a mesma roupa, na ocasião estava de “Seiya Santana” que compartilha a mesma camiseta que usei com o Ken. Vou leiloar essa camiseta. (risos) Gostei de ganhar a vaga, não fiquei sabendo na hora, pois nesse evento ocorreu um problema com essa vaga, fiquei sabendo só depois. Fiquei meio assustado também, pois agora seriam duas competições, o YCC e o YCCI.

 

Loren Louro: Eu me classifiquei no ressaca friends com a jessie do anime Pokémon, eu tinha feito esse cosplay para o wcs, esse cosplay foi bem chatinho de se fazer, pois parece muito simples, mas ai é que mora o perigo! Quanto mais simples, mais certinho tem que ficar, só na peruca eu devo ter perdido uns belos 3 meses para fazer o penteado!

Foi ótimo vencer com ela! Pokémon era minha paixão quando eu era menor, e eu adoro a equipe rocket, fiquei muiito feliz de conquistar a vaga com ela!
 

 

Eduardo Moraes: A classificação foi uma surpresa, me apresentei como Lavi do anime D.Gray Man numa parodia com uma musica nacional de uma figura das antigas que gosto muito sidney magal usauhsausausa, o personagem era um projeto meu que eu retomei apos um bom tempo dele ter ficado encostado, e a escolha da apresentação foi a propria situação que seria gerada com a união de um personagem com a dança e a musica contagiante  uhsauhsauhsausau

 

Iainá Estrela: Ganhar a vaga nem teve muita graça, o evento e a classificatória foi divulgada muito em cima da hora e quase não teve competidores, a maioria dos cosplayers forte da cidade não tiveram tempo de se preparar e não participaram do concurso. O cosplay de Beetlejuice eu já tinha o material comprado em casa porque tinha encontrado o tecido perfeito um dia andando na rua, comprei logo e guardei para o dia que teria a oportunidade de fazer, então quando anunciaram o evento o trabalho foi praticamente só da costureira porque o Beetlejuice não tem acessórios. Trabalhei mais na Lydia para a Pudim, que tem uma peruca muito estranha. A intenção era apresentar em dupla, o individual foi mais zoação e deu no que deu.

 

Fellipe Barroso: Classifiquei-me para a final brasileira da YCC por meio do evento Aquecimento Anime Family 2011. O primeiro lugar obtido na categoria Tradicional Individual Masculino me levou a este grande concurso. Depois que o inverno 2010 acabou (Não costumo usar cosplay depois de Setembro e antes de Maio por causa do calor), comecei a pensar qual seria o personagem para 2011. Acima de tudo, eu preciso gostar muito do personagem. Entre idas em vindas nos personagens “cosplayáveis” que conheço, não havia nada que eu gostasse efetivamente para transformar em cosplay. Foi então que vi o Box com os DVD’s da série “A pedra do Reino” numa prateleira em alguma loja de shopping. Conhecia a série, é claro, mas não a tinha assistido quando passou, pois era muito tarde. Não sei explicar, mas só de pegar o box em mãos e ver as fotos, eu já sabia que o protagonista daquilo seria o meu próximo cosplay. Comprei os DVD’s, assisti, gostei muito, e iniciei as pesquisas. Por ser uma série baseada em um livro de Ariano Suassuna, o material acadêmico disponível na Internet é farto, e acho que isto só enriqueceu a composição do personagem. Foram 3 (três) meses pesquisando e lendo bastante. Finalmente vieram os testes com os diferentes materiais. Mais 3 meses! Por fim, a confecção após o carnaval (Que este ano aconteceu em Março), que se arrastou até a véspera da estréia, que seria o próprio evento em que me classifiquei! Ufa! Deu tempo!

 

26. Para os iniciantes, o que se deve ter em mente na hora de escolher um personagem: a facilidade para conseguir os acessórios ou escolher um personagem que esteja com um maior destaque naquele momento?

 

Igor Müller: Para iniciar, creio que é interessante fazer um personagem fácil. Não necessita estar em maior destaque, mas não seja o cosplayer de primeria viagem a querer fazer um Nazghul sem ter experiência alguma, pois no final, ou você vai acabar desistindo ou vai sair com algo relativamente feio por aí.. experiência é algo que conta muito, então vá devagar.

Cláudia Lima: Para um iniciante o importante é a confiança, será melhor estar com um cosplay que as pessoas conheçam!

Felipe Magalhães: Olha cara...eu acho que a pessoa deve escolher o personagem de mais agrado! Isso é o que importa!

Acho que tudo que você faz de boa vontade e quando está bem consigo mesmo fica melhor. Os cosplayers já existentes e os futuros cosplayers devem ter em mente que cosplay é uma diversão! Então se divirtam BASTANTE! Não se encomodem em QUERER FAZER SEMPRE O MELHOR, porque isso só gera aborrecimento! Façam o que derem na telha! O que vale é se divertir =D

 

Gláucia Palhares: Nenhum dos dois! Começar o cosplay só porque é fácil ou só porque é modinha pode ser frustrante (isso já aconteceu comigo!). O cosplay tem que ter alma, portanto é bom escolher com o coração. Namore bastante o personagem antes de decidir dar vida a ele. Acima de tudo divirta-se fazendo cosplay. Esqueça a opinião de terceiros; o que realmente importa é você se sentir bem.

 

Anderson Olanda: Ah, como a pergunta mesmo sugere, são iniciantes, então não precisam ter aquela preocupação de não achar determinado material porque é difícil de achar, ou se o personagem ta em destaque ou não, já vi muita gente desistir do projeto por conta disso! O Meu primeiro cosplay foi algo super simples, a idéia mesmo é se divertir xD

 

Leandro Martins: A escolha deve no minimo fazer um grande sentido a pessoa, costumo dizer que todo bom começo tem que ser com quem você mais admira, o nível de dificuldade você vai se adaptando e  melhorando-o com o tempo , creio que o certo seja começar pelo seu personagem favorito , e fazer valer apena cada segundo na pele do mesmo , pois o publico fica responsável por julgar seu cosplay te tratando como o personagem!

 

Sidney Eley: Que ele primeiro decida, quer competir ou se divertir + tirar foto? Se ele quer competir tem que levar a sério e tiver juízo para entender que não é porque é o cosplay dele, que vai ser o melhor. Se ele quer tirar foto, ele faz da maneira como achar justa em seu orçamento =D. Agora ele precisa ter em mente que personagens de Naruto e derivados não vai ganhar concurso nem ser respeitados pela questão da variedade e muitas vezes da falta de qualidade da maioria, gera muito preconceito.

 

Marcos Teixeira: Fazer aquele personagem que você mais gosta, que você se sinta bem. Boa apresentação dá pra fazer com qualquer personagem, dês de que você esteja à vontade com a sua escolha.

 

Loren Louro: Nenhum dos dois. A pessoa tem que escolher algo que ela goste, que se identifique! Assim o hobbie fica mais divertido!

 

Eduardo Moraes: Acho que todo mundo deve ter em mente a facilidade, o primeiro cosplay é uma experiencia e uma descoberta se ela realmente gosta deste hobby.

 

Iainá Estrela: Antes de mais nada gostar e conhecer o personagem que você está fazendo, e ter noção de sua habilidades. Não adianta querer construir um gundam se você ainda nem sabe o que é EVA, cola de contato, ou durepox, antes de decidir o personagem pense em como você vai conseguir fazer aquilo, que tipo de material você vai precisar e quanto vai custar; se não sabe usar, procure quem saiba e aprenda observando e pondo a mão na massa, pedir ajuda não mata e não existe curso de graduação cosplay.

 

Fellipe Barroso: Nem um, nem outro! O importante é gostar do personagem. Entendendo bem como este personagem funciona, tudo é feito com muito gosto, por mais difícil que seja alguma etapa de sua confecção.

 

27. Pra fechar, qual a dica que você daria para o pessoal que quer começar a fazer cosplay ? Tem algum site ou blog para indicar aos iniciantes que querem saber mais ou tirar dúvidas sobre o mundo cosplay?

 

Igor Müller:  " Experiência é algo que conta muito, então vá devagar", e " capricha na apresentação que ela pode carregar sua ' fantasia'". Dicas de sites: www.cosplaybrasil.com e www.cosplay.com, ambos a parte de fórum.

Cláudia Lima: Lembre-se de que o melhor é fazer pra se divertir, arrisque, tente. É muito gostoso você criar um projeto, desenvolver e ver o fruto do seu trabalho. Faça tudo dentro das suas condições! Não pire, você não é um desenho e nem tudo é possível para um humano, ok? Não precisa subir num palco, se vista, ande pelo evento e quando estiver seguro faça sua apresentação, você vai amar cada etapa! 

Felipe Magalhães: Bem, antes de mais nada tenho de agradecer a todos que estão comigo...tanto o pessoal do Rio quanto os amigos de outros estados. Prometo tentar dar o meu máximo pra agradar todos vocês! Quero agradecer a minha ex-namorada por ter me ensinado a ser uma pessoa melhor!

A vocês da Animix por esta oportunidade de mostrar aos leitores um pouquinho de mim, espero que tenham gostado!

A unica forma que tenho de mostrar meu trabalho é a galeria do Cosplay.com

http://www.cosplay.com/costumes/m232473/

Quero dizer as pessoas que tem vergonha ou algum temor de começar a fazer cosplay, que percam essa vergonha, temor ou seja lá qual for o motivo de não começarem.

É uma atividade muito gostosa e pode ser gratificante a qualquer um, basta se esforçar que sonhos podem ser realizados!

E tambem que vocês vão ter um trabalhão pra editar os erros de gramática e digitação que não são poucos!

HAuAhuAhuAhuauAhuahuAhuAhuAhuAhuAhuAhUahAUhA

E é isso ae! Pipolino no YCC!

Um forte abraço a todos! Espero que nos esbarremos por lá!

 

Gláucia Palhares: Minha dica é: CORAGEM! NÃO TENHAM MEDO DE ERRAR. SEJA FELIZ! Confiem no seu coração e vai fundo. Cosplay é um doce e divertido desafio.

Vou deixar aqui o blog de um grande amigo que dá dicas legais sobre cosplay e também o meu Orkut caso queiram continuar esse papo.

http://cosplayerz.wordpress.com/

PEDRO_MAGAIVER_COSMAKER
www.pedromagaivercosmaker.wordpress.com

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10360615057704760964&rl=t (meu Orkut^^)

B-joKs a todos e obrigada por lerem até o final (risos)

 

Anderson Olanda: Façam cosplay pra se divertir! Quer competir? Beleza, mas não esqueça que ainda é tudo um hobby e não deve ser levada tão a sério, a idéia base, é brincar! xD

Podem me adicionar no facebook:

http://www.facebook.com/profile.php?id=100002401801870

Qualquer coisa, é só perguntar \o

 

Leandro Martins: A dica inicial é respeitar a limitação momentânea e os recursos que você possui, fazer uma lista, somar gastos e ir confeccionando-o aos poucos, a estreia fica bem melhor quando  tudo esta bem feito e nos eu devido lugar, apresentarem bastante, disputarem seletivas para gente poder se conhecer e competir nessas finais que são sempre incríveis, quanto a sites e materiais de pesquisa, o Google e o deviant art salvam a vida da gente, o Cosplay Brasil o Cosplayers.net o Otaku Brasil e outros sites específicos sobre o assunto e cobertura de eventos , mais o principal é sempre manter contato com um cospalyer mais velhinho a experiencia ajuda e muito nessas horas.

 

Sidney Eley: Primeiro me sigam no twitter @sidneyeley ;). Entrem na http://www.cosplayers.net/ eu vejo muitas apresentações pelo Brasil ali, aprendo muita coisa. A dica inicial que eu dou é, faça por prazer, se for fazer pensando em ganhar prêmio e concurso vai ter muita dor de cabeça, cosplay de concurso se baseia em duas coisas, boa ideia e sorte. Boa ideia de inovar com algo impactante para garantir teoricamente algum lugar no pódio, e sorte para não aparecer alguém melhor.

 

Marcos Teixeira: Se divirtam bastante, acima de tudo! Vou passar meu blog de um projeto para workshops de interpretação para cosplayers: www.cosplayart.blogspot.com. Uma grande abraço galerinha!

 

Loren Louro: A dica que eu sempre dou é divirtam-se e não tenham medo! E caso queiram alguma dica, procurem aqui na Radio AniMIX a coluna “Deu a Loka na Lola” que eu sempre tiro duvidas e posto tutorias que podem ajudar!!!!

 

Eduardo Moraes: Não tenham vergonha de entrar neste mundo do cosplay, tenhão uma visão de cosplay que seja saudavel nada de pensar nisso 24h por dia (ao menos no meu caso uhsususa), converse com cosplayers e veja as dificuldades que eles tem e tambem as experiencias boas e coloque na balança, e se a escolha for sim se dedique a você para que você se sinta bem com seu cosplay!

 

Iainá Estrela: Fóruns! Participem de fóruns, lá você encontram tutorial de tudo, podem tirar duvidas, conseguir ajuda para importar coisas, fazer grupos, tudo. Participo do forum do CosplayBrasil e Cosplay.com (em ingles) mas visito vários outros quando estou em busca de alguma informação específica (provavelmente sua dúvida já foi a dúvida de outra pessoa). Youtube também é uma boa fonte de pesquisa de tutoriais, principalmente de maquiagem e cabelo. Informações e atualizações é no Cosplayers.net , OtakuPT e Planeta Otaku, e para inspirar sempre estou visitando o canal do Acksoni com videos lindos dos cosplayers nos eventos dos EUA http://www.youtube.com/acksonl

 

Fellipe Barroso: Considero importante acompanhar o que as pessoas andam fazendo de cosplay. Sites especializados, como o Cosplay Brasil ou o Cosplayers.net são excelentes por divulgarem as imagens (Fotos e vídeos) dos eventos no país e no exterior.

 

Foto(s): Divulgação

 


 
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