A banda The Zombie Shuriken Panda é formada pelos seguintes integrantes:
- Hugo - Vocalista
- Gonzaga - vocalista
- Rafaela - Vocalista
- Waldir - Guitarra
- Zezo - Guitarra
- Danilo - Baixo
- Walter - Teclado
- Alisson - Bateria
Essa entrevista nos foi dada após o show ocorrido no HQPB . Junto ao guitarrista Zezo , um dos membros mais antigos da banda e é exclusiva para Rádio AniMiX ! Confira:
1. Para começar, de onde veio a idéia desse nome: “The Zombie Shuriken Panda”?
O nome surgiu em uma reunião com Hugo, Gonzaga e eu(Zezo), onde a gente tava procurando um nome criativo para fugir para linha de “comidas”, por assim dizer, que geralmente tem nas bandas por aqui, né? Que boa parte das bandas tem nome de comida. Por exemplo, a antiga banda que eu participava, a falecida “Onigiri”, ela também tinha nome de comida, outra que não tinha nome de comida, mas que possuÃa referencia que era itadakimasu e por ai vai. A gente tava nessa reunião procurando um nome que fugisse a isso e a gente teve a ideia de cada um dizer a primeira palavra que viesse a cabeça e juntar tudo! Ai cada um disse a palavra, a gente juntou e deu nisso ai!
2. Quando a banda surgiu?
Meados de setembro para novembro do ano passado. Não me recordo bem qual o dia certo. Eu me confundo muito nessa data, porque eu não lembro se é dia 9/11 ou 11/09, eu tenho quase certeza que tenha sido em novembro, mas eu não tenho “100%” de certeza , por assim dizer, né? É um pleonasmo ai, mas tudo bem.
3. Que estilo musical vocês preferem seguir e tocam atualmente?
A banda é bem eclética, então o que acontece muito, no caso o que a gente entrou em acordo, é que cada um escolhesse 3 ou 4 músicas, a gente juntaria todas e formaria o repertório. Porque a banda são 8, então se cada um escolher 3 músicas, né? Já da um repertório bem grande, então não tem para que a gente estar quebrando cabeça em relação a fazer um repertório só de metal, rock progressivo, pop, alguma coisa assim não. A gente reúne um pouco do que cada um gosta e faz um repertório legal, que anime , que tenha suas partes lentas e rápidas, mas que venha a animar o público também, a gente não toca só para nos agradar... O principal objetivo é esse! Mas tem música que a gente gosta, que é lenta, que não tocamos para não quebrar o “clima” do show.
4. Desde a fundação vocês já tiveram muitas alterações, vocês acham que isso afetou a sua qualidade?
A gente teve algumas alterações, sim. Um exemplo é o Igor que era o baterista que começou com a gente e infelizmente teve que sair por motivos de tempo, pois a universidade estava pegando no pesado e tal... e ele não pode continuar com a gente. Antigamente quem tocava guitarra comigo era o Gonzaga, mas ele preferiu ficar cantando e eu só tocando, pois eu também era vocalista, né? A gente chamou o Valdir e começamos a procurar outro baterista também. No caso, o Alisson, nosso novo baterista, entrou praticamente junto com o Waldir, o Walter não começou com a gente, mas não deu nem um mês, acho, sem tecladista. Depois tivemos um ex-companheiro de banda meu, que é Alvino, que é baterista, também deu um apoio para a gente e tentamos fazer com que ele ficasse, porém ele também não tinha tempo. Hugo também era instrumentista (baixista ), mas também preferiu ficar cantando e eu chamei outro companheiro de banda do Onigiri que era o Danilo.
5. Quais os pontos positivos e negativos que vocês vêem quando estão tocando?
Rapaz, pontos positivos e negativos isso é meio relativo, pois depende muito do ponto de vista de quem vê. Os pontos negativos quando vamos tocar são os seguinte, nem todo organizador de evento quer pagar algo para que a banda toque, então o que acontece muito é a gente tem um convite para tocar em outro lugar, mas o organizador não quer bancar passagem, as vezes nem é que não queira, as vezes não pode, o orçamento é bem estreito... Mas o que acontece é assim, nós gastamos dinheiro ensaiando, com manutenção de instrumento. Então o que pedimos é passagem e ingresso, pois também vem a questão da gente não ter que gastar, não é? Pois praticamente tiramos do bolso para tocar. Muitas vezes o evento economiza na questão do som e esquece que essa economia em um local muito aberto, termina o som saindo muito ruim. Os pontos positivos são a animação, gratifica muito a gente quando vemos o pessoal “pogando” com as músicas que a gente toca, pessoal gritando nosso nome. Pra mim, isso é o ponto chave: diversão, é o que nos coloca para frente em tocar j-music. Seria o ponto positivo, realmente válido nisso tudo.
6. Existe um membro entre vocês que é menor de idade. O que é mais difÃcil: a conciliação colégio/banda ou a convivência entre vocês e ele?
Existe sim, um membro... Um não! Dois! Entre nós, que são menores de idade, no caso o Walter e o Alisson. Quanto a conciliação, assim, não tem muito problema não. Todos os dois são bastante estudiosos, não tem dor de cabeça com pai, essas coisas não, até porque os pais deles conhecem-nos. Quanto a convivência não tem nem o que se reclamar em relação a convivência, pois tanto Alisson como Walter são pessoas bem adultas, não temos problemas com isso não. São adultos em corpos de crianças, e nem tão crianças assim, que na verdade nem são tão crianças assim, cada um tem 17 anos. São maduros, tem a cabeça no lugar, não são influenciáveis, então isso facilita bastante. Tivemos muita sorte em encontrar os dois.
7. O que vocês consideram ser mais difÃcil para banda?
O mais difÃcil para banda é a questão de termos que bancar os ensaios, manutenção... pois da banda mesmo o único que ganha dinheiro com música é o baixista (Danilo), o resto do pessoal não ganha dinheiro com música. Por isso que quando viajamos para um local mais distante pedimos as passagens e a entrada.
8. Qual(is) o(s) obstáculo(s) que acham que deve(m) ser(em) vencido(s) para que decolem nas paradas pelo Brasil a fora?
O obstáculo maior é a questão das passagens, se tivéssemos alguém que bancasse as passagens para gente sempre, nós provavelmente terÃamos aceitado outras propostas mais para o sul, como Maceió, Bahia, São Paulo... Acho que poderÃamos estar tocando, pois eles não bancam passagens para podermos ir para os eventos desses locais.
9. Há quanto tempo cada integrante faz parte da banda?
Quanto à questão de tempo, no caso dos mais velhos: Hugo, Gonzada e eu(zezo). Logo depois entrou o Walter, Danilo, Raffa, Alison e por último Valdir. Nós não temos uma data certa para cada integrante, não. Então não sabemos quanto tempo cada um está na banda.
10. O que os motiva a cantar?
O que nos motiva é a alegria de ver o pessoal “pogando”, cantando com a gente. O que realmente motiva a banda seguir em frente é a questão diversão. Quando a banda não estiver mais se divertindo, a banda não vai ter mais um significado propriamente dito.
Para quem quiser saber mais sobre a banda, segue um breve release enviado pelo vocalista Hugo :
"Olá pessoal da Rádio AniMIX,
Eu sou Hugo, vocalista e quem, geralmente, responde em nome da banda (e-mail/orkut/twitter).
Gostaria de agradecer pelo espaço concedido na entrevista do dia 6 de novembro deste ano, e, com a devida vênia, retificar algumas informações dadas na entrevista.
A banda teve criação no dia 21 de novembro de 2009, data na qual Gonzaga (na época Guitarra e Vocais), Zezo (Guitarra) e eu (na época Contrabaixo) nos reunimos já com a proposta de montar a banda, mas sem nome ainda definido. Depois de uma tarde de discussão chegamos finalmente num consenso. Na época a bateria estava sob a responsabilidade de Ygor, irmão de Gonzaga, e partimos atrás de algum tecladista. Em algumas semanas encontramos, através do Orkut, Walter, que está conosco até hoje.
Algum tempo depois, Ygor não pode mais nos acompanhar. Até conseguirmos alguém que pudesse assumir as baquetas, quem nos ajudou foi Alvino, companheiro de Zezo na finada Onigiri. Alvino acabou participando apenas do show realizado no SHC Jampa, que também contou com a participação de outra ex-Onigiri, Bia.
Após a apresentação, decidimos reformular a estrutura da banda. Entram na banda os novos, porém amigos de longa data, Danilo (contrabaixo) e Raffa (Vocais). Atrás ainda de alguém que sustentasse a vaga de baterista da banda por definitivo, encontramos Alisson (também através do Orkut). Por fim, Waldir preenche o posto de guitarrista, e assim chegamos a atual formação.
Vocais: Luiz Gonzaga, Hugo Leonardo e Raffa Nascimento
Guitarras: Waldir Cavalcanti e José Rubens
Contrabaixo: Danilo Bezerra
Teclado: Walter Yanko
Bateria: Alisson Oliveira
Todas as alterações ocorreram para que a banda crescesse, e cada membro tem correspondido à altura!
Dentre os atuais integrantes, apenas Walter ainda não possui 18 anos completos. Contudo, não temo em afirmar que é o mais responsável entre nós. Conhecer os pais dele foi essencial, e, hoje, além de o apoiarem e incentivarem muito, estão presentes em muitos dos shows!
Quanto ao estilo que seguimos, não se pode afirmar precisamente. Ter muitos integrantes gera uma demanda interna de pedidos muito grande, sem contar com que chegam atrás de amigos ou internet. Aos poucos tentamos atender os pedidos, mas só se pode afirmar que tocamos o que gostamos, sem distinção de estilo.
Sem mais, gostaria de agradecer mais uma vez pelo espaço.
Qualquer dúvida, podem contatar a banda através dos seguintes meios:
E-mail: bandatzsp@gmail.com
(comunidade e perfil com o mesmo nome da banda)
Twitter: @ZSPanda
E a mim por msn e e-mail:
Msn: hglps@hotmail.com
E-mail: hugolps@gmail.com
Um grande abraço!
Atenciosamente,
Hugo Leonardo"